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Considere-se a sequência de etapas a seguir: a) método a ser utilizado na intervenção do reflorestamento a ser substituído e sua justificativa técnica; b) utilização de técnicas de mínimo impacto de modo a evitar a ocorrência de danos na vegetação nativa existente no sub-bosque; c) ocorrência de possíveis danos ambientais, considerando fatores locais específicos e meios de evitá-los; e d) análise técnica da capacidade de conversão natural das áreas reflorestadas em florestas nativas, com a proposição de alternativas próprias à aceleração de sua regeneração (enriquecimento, adensamento, repovoamento etc.). Essas etapas referem-se a
projeto técnico florestal da substituição de plantios heterogêneos em áreas protegidas contaminados com pragas florestais exóticas (Instrução Normativa IBRAM n.º 173/2013).
projeto técnico da introdução de espécies exóticas em área de mata ripária ((Instrução Normativa IBRAM n.º 175/2013).
projeto técnico florestal da substituição de plantios homogêneos em áreas protegidas contaminados com pragas florestais exóticas (Instrução Normativa IBRAM n.º 173/2013).
projeto técnico florestal da substituição da floresta heterogênea com espécies exóticas por floresta homogênea com espécies nativas (Instrução Normativa IBRAM n.º 173/2013).
projeto técnico florestal da substituição da floresta homogênea com espécies exóticas por floresta heterogênea com espécies nativas (Instrução Normativa IBRAM n.º 173/2013).