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As plantações de eucalipto têm sido atacadas por pragas exóticas ou invasoras, que têm causado perdas entre 10% e 30% no volume de madeira produzida, incluindo mortalidade de árvores quando associada ao déficit hídrico, desde 2003. Para essas pragas, a principal estratégia é o controle biológico clássico, que envolve a importação de inimigos naturais da região de origem da praga e posterior liberação no campo, após passar por quarentena oficial.
A seguir são apresentadas as principais pragas que ocorrem nas florestas plantadas de eucalipto com o seu respectivo manejo biológico, com exclusão do disposto na alternativa:
Percevejo bronzeado (Thaumastocoris peregrinus), controle biológico feito com parasitoide de ovos Cleruchoides noackae, da Austrália.
Vespa-da-galha (Leptocybe invasa), sendo controlada com o parasitoide Selitrichodes neseri.
Gorgulho do eucalipto (Gonipterus platensis), sendo controlado com o parasitoide de ovos (Anaphes nitens), trazido do Rio Grande do Sul, juntamente com a aplicação do fungo entomopatogênico Beauveria bassiana.
Lagarta-parda (Thyrinteina arnobia), sendo controlada com aplicações aéreas da bactéria Bacillus thuringiensis, associada à liberação de parasitoides de pupas das espécies: Exochomus (Zagreus) e bimaculosus.