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O metalografista, ao preparar as amostras para observação em microscopia ótica, segue um rigoroso processo padronizado de lixamento, polimento e ataque químico. Para garantir um ótimo polimento, a amostra é verificada no microscópio ótico antes da etapa de ataque químico. Em alguns casos, mesmo obtendo uma superfície especular antes do ataque químico, após o ataque químico a amostra se apresenta com estrias na visualização em microscopia ótica. Por que isso ocorre?
Isso ocorre porque o polimento não foi suficiente para remover áreas encruadas proporcionadas pelo lixamento prévio.
Esse fenômeno é chamado de “rabo de cometa” e ocorre devido à alta pressão na hora do polimento.
Isso ocorre porque foi utilizado um tempo muito longo de ataque químico.
Esse fenômeno se chama abaulamento da superfície, e ocorre devido à pressão desigual ao longo da superfície polida.
Esse tipo de problema ocorre pela não utilização do filtro de profundidade de campo no microscópio ótico.