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As empresas siderúrgicas voltadas a produção de ferro gusa, situadas no Estado do Mato Grosso do Sul, apresentam altos-fornos à carvão vegetal. A produção dessa matéria-prima no estado é de baixa tecnologia, dependente muitas vezes da experiência de operadores dos fornos de alvenaria convencionais do tipo rabo quente e/ou circular, construídos em alvenaria. Além disso, o manuseio e transporte do carvão vegetal podem provocar a formação de finos. Com relação as alternativas possíveis para produzir um carvão vegetal com menor tendência de formação de finos, assinale a alternativa CORRETA.
o tempo entre o corte da madeira, secagem ao ar e carbonização não deve ultrapassar 30 dias. Com isso, a resistência mecânica é melhorada e o caráter friável do carvão vegetal é diminuído.
recomenda-se um bom período de secagem ao ar da madeira cortada, pois a carbonização de madeira úmida aumenta o caráter friável do carvão.
os finos de carvão vegetal auxiliam no carregamento da carga (minério, carvão e fundentes), melhorando o empacotamento e eficiência do alto-forno.
as características de manuseio do carvão vegetal são pouco significativas, dependendo principalmente das características iniciais da madeira.
o processo de carbonização da madeira deve ocorrer em temperaturas acima de 800ºC para melhorar a resistência mecânica do carvão, diminuindo a formação de finos.