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Uma das formas mais eficazes de proteção de materiais metálicos contra a corrosão é a proteção catódica. Ela pode ser empregada por dois métodos, sendo eles: a proteção catódica por anodos de sacrifício e por corrente impressa. Sobre o assunto, assinale a opção correta.
A proteção catódica não é adequada para instalações metálicas submersas.
Na proteção catódica por corrente impressa, ocorre a formação de uma película passivadora sobre o material a ser protegido.
Na proteção catódica por anodos de sacrifício, um dos requisitos é que os materiais utilizados como anodos não formem películas passivadoras.
Uma das desvantagens do método de proteção catódica por corrente impressa é a sua baixa eficiência na proteção de materiais metálicos de alta resistividade elétrica.
Na proteção catódica por anodos de sacrifício, um material metálico menos nobre é protegido por um mais nobre.
São exemplos de fatores de influência na resistência a fadiga em aços:
tensão média e tratamentos superficiais.
corrosão e capacidade térmica.
tensões térmicas e resistência elétrica.
fatores de projeto e transição vítrea.
efeitos superficiais e ferromagnetismo.
O que é esperado encontrar em uma superfície de fratura de um aço que falhou por fadiga?
Fusão.
Mordedura.
Inclusão de sulfeto de manganês.
Marcas de concha.
Rechupe.
Para cargas de tração uniaxiais em metais, são possíveis dois modos de fratura: dúctil e frágil. Assim, qual aspecto da falha corresponde a um aspecto de fratura dúctil?
Fratura intergranular.
Fratura transgranular.
Clivagem.
Microcavidades com formato parabólico.
Nervuras radiais em formato de leque.
Os tipos de corrosão podem ser classificados quanto à morfologia, às suas causas ou aos seus mecanismos, aos fatores mecânicos, ao meio corrosivo e ao local de ataque. Assim, assinale a opção que apresenta exemplos de cada uma dessas formas de classificação, respectivamente.
Aeração diferencial, por piacas, sob tensão, induzida por micro-organismos e por pite.
Por placas, galvânica, sob fadiga, atmosférica e intergranular.
Filiforme, associada à erosão, eletrolítica, pelo solo e transgranular.
Galvânica, eletrolítica, por atrito, uniforme e atmosférica.
Associada à erosão, aeração diferencial, uniforme, atmosférica e intergranular.


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Na Figura abaixo, é fornecida a curva de potencial de eletrodo (eletrodo padrão de hidrogênio, mV) versus densidade de corrente (mA/m2 ) para quatro metais distintos, numerados de 1 a 4.

Considerando-se uma condição experimental em que o potencial de eletrodo é 0 mV, quais são, respectivamente, o metal com menor corrosão e o metal com maior corrosão?
1 e 3
1 e 4
2 e 3
2 e 4
3 e 4
Algumas regras práticas devem ser aplicadas na construção de peças metálicas expostas a ambientes corrosivos para reduzir o processo de corrosão dessas peças.
A esse respeito, NÃO é uma regra prática a ser aplicada:
Construir recipientes para ácidos que possam ser totalmente drenados sem deixar resíduos.
Criar contatos elétricos entre metais distintos para evitar a corrosão.
Evitar formas que deem origem a concentradores de tensão.
Favorecer a solda no lugar de rebitagem para construir recipientes.
Pintar a superfície exposta à corrosão com uma tinta anti-corrosiva.
A fratura de fadiga é um dos principais mecanismos de falhas de peças metálicas.
Esse tipo de fratura ocorre porque a peça metálica suportou, durante muito tempo, um
esforço de tração constante abaixo do limite de resistência mecânica
esforço de tração constante acima do limite de resistência mecânica
esforço de compressão constante abaixo do limite de resistência mecânica
esforço de compressão constante acima do limite de resistência mecânica
esforço cíclico de tensão ou de deformação
Há alguns defeitos que podem surgir em produtos metálicos soldados.
Dentre esses defeitos, o que pode ser evitado, ou sensivelmente reduzido, pela limpeza e secagem dos materiais utilizados na soldagem, é a
falta de fusão
falta de penetração
mordedura
porosidade
trinca a quente
A corrosão uniforme caracteriza-se por um(a)
passivação da superfície corroída.
formação de pites em toda a extensão da superfície corroída.
deficiência de oxigênio nos pontos de corrosão (pites), localizados sobre a superfície do material.
ataque químico (ou eletroquímico) homogêneo da superfície corroída.
excesso de oxigênio nos pontos de corrosão (pites), localizados sobre a superfície do material.


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Um grupo de pesquisadores decidiu avaliar a corrosão de uma placa de aço comum exposta à atmosfera. Para isso, fizeram um experimento em que uma placa, com dimensões de 10 cm x 10 cm x 2 mm e massa de 155,4000 g, teve uma face de 10 cm x 10 cm exposta à atmosfera durante 30 dias. Após o período de exposição, essa face exposta apresentou uma corrosão uniforme. Os pesquisadores limparam os resíduos de corrosão e pesaram a placa, tendo constatado que a massa da placa, após a corrosão, passou a ser de 155,1000 g, indicando uma clara redução do peso total.
Considerando-se as mesmas condições do experimento apresentado, a taxa de corrosão anual, em mm/ano, dessa placa será igual a
Dado 1 ano = 365 dias |
235
188
141
94
47
A Tabela de potenciais de eletrodo fornece uma maneira bastante simples de avaliar quando um metal em contato com outro poderá dar origem a uma corrosão galvânica. Nesse contexto, considere a Tabela de potenciais de redução apresentada abaixo.
Reação de Redução | Potencial de eletrodo (V) |
A𝓁+3 + 3e-1 = A𝓁 | - 1,662 |
Zn+2 + 2e-1 = Zn | - 1,662 |
Cr+2 + 2e-1 = Cr | - 0,74 |
Fe+2 + 2e-1 = Fe | - 0,447 |
2H+1 + 2e-1 = H2 | 0,000 |
Cu+2 + 2e-1 = Cu | 0,337 |
Ag+1 + 2e-1 = Ag | 0,7991 |
Au+1 + e-1 = Au | 1,692 |
Considerando-se a Tabela acima, constata-se que o
cromo sofre corrosão quando em contato com o zinco.
zinco sofre corrosão quando em contato com o cobre.
cobre sofre corrosão quando em contato com o ferro.
cobre sofre corrosão quando em contato com o zinco.
ferro sofre corrosão quando em contato com o cromo.
O processo de sensitização de aços austeníticos favorece, na superfície dos aços, uma corrosão
localizada ao longo dos contornos intergranulares austeníticos, e resultante da precipitação de óxido de cromo nestes contornos.
localizada ao longo dos contornos intergranulares austeníticos, e resultante da precipitação de carbonetos de cromo nesses contornos.
localizada ao longo dos contornos intergranulares austeníticos, e resultante da precipitação de carbonetos de silício.
uniforme, e causada pela saída do cromo da solução sólida.
uniforme, e causada pela precipitação de carbonetos de níquel no interior da matriz austenítica.
Soldas de aços baixa liga e alta resistência mecânica na presença de umidade podem resultar em fragilização do aço.
Nesse caso, a fragilização é causada por
dissolução do carbono na matriz
dissolução do hidrogênio na matriz
dissolução do oxigênio na matriz
fadiga térmica
fluência
Uma estrutura de aço foi construída com o uso de parafusos, arruelas e porcas, feitos com aço da mesma composição que a da estrutura principal. Após algum tempo de uso, engenheiros observaram que, nos pontos de junção em que parafusos, porcas e arruelas prendiam as placas de aço, apareceu um processo corrosivo nas fendas entre os componentes que prendiam a parte estrutural.
Os engenheiros, sabendo que a estrutura estava exposta às intempéries, concluíram que a corrosão foi
uniforme
galvânica
química
localizada por pite
por aeração diferencial


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De modo geral, quais são os possíveis efeitos da velocidade de deformação (𝜀̇ =dtdε) na temperatura e na carga de laminação a quente, respectivamente?
Maior 𝜀̇ → Maior temperatura e Carga de laminação constante.
Maior 𝜀̇ → Maior temperatura e Menor Carga de laminação.
Maior 𝜀̇ → Temperatura constante e Carga de laminação constante.
Maior 𝜀̇ → Menor temperatura e Menor Carga de laminação.
Maior 𝜀̇ → Menor temperatura e Maior Carga de laminação.
A figura abaixo mostra o estado de tensões à frente de uma trinca que atravessa toda a largura de uma chapa de espessura “e”. De acordo com a teoria da mecânica da fratura, considere as perguntas a seguir e escolha a opção CORRETA:
I. Nas regiões próximas às bordas e na região central da chapa, quais são, respectivamente, as zonas plásticas desenvolvidas?
II. Nas bordas da placa, qual é o valor de 𝜎𝑧?
III. Qual é o efeito da espessura da chapa no valor da tenacidade à fratura 𝐾𝐼𝐶?

Fonte: Godefroid, L. B. Apostila Fundamentos da Mecânica da Fratura, ABM, 1999.
I. Estado Plano de Tensão (EPT) e Estado Plano de Deformação (EPD);
II. 𝜎𝑧 ≠ 0;
III. 𝐾𝐼𝐶 maior ↑ em chapas de menor ↓ espessura.
I. Estado Plano de Deformação (EPD) e Estado Plano de Tensão (EPT);
II. 𝜎𝑧 = 0;
III. 𝐾𝐼𝐶 maior ↑ em chapas de menor ↓ espessura.
I. Estado Plano de Deformação (EPD) e Estado Plano de Tensão (EPT);
II. 𝜎𝑧 = 0;
III. 𝐾𝐼𝐶 menor ↓ em chapas de maior ↑ espessura.
I. Estado Plano de Deformação (EPD) e Estado Plano de Tensão (EPT);
II. 𝜎𝑧 ≠ 0;
III. 𝐾𝐼𝐶 menor ↓ em chapas de maior ↑ espessura.
I. Estado Plano de Tensão (EPT) e Estado Plano de Deformação (EPD);
II. 𝜎𝑧 = 0;
III. 𝐾𝐼𝐶 maior ↑ em chapas de menor ↓ espessura.
Uma barra de cobre, originalmente com 10,00 cm de comprimento, foi tracionada até uma deformação ℰ=0,002. Considerando uma deformação totalmente elástica e sabendo que o módulo de elasticidade de Young (E) vale 110 GPa, escolha a alternativa que apresenta, respectivamente, os valores CORRETOS do comprimento final da barra e da carga aplicada:
100,2 𝑐𝑚; 210 𝑀𝑃a.
1,002 𝑐𝑚; 210 𝑀𝑃𝑎.
10,02 𝑐𝑚; 220 𝑀𝑃𝑎.
10,01 𝑐𝑚; 220 𝐺𝑃𝑎.
10,01 𝑐𝑚; 210 𝑀𝑃𝑎.
Em fadiga, “Qualquer canto vivo ou ângulo na superfície de um objeto que sofre tensões repetidas é um ponto potencialmente perigoso para a ocorrência de falha de fadiga, especialmente se o canto vivo se situar em uma região do metal submetida à tração cíclica. Um exemplo bem conhecido de falha de fadiga é o caso de turbinas de avião, cujas lâminas tinham estampado o nome do fabricante.” Fonte: Princípios de Metalurgia Física. Robert E. Reed-Hill, 1982.
Considerando que a fadiga é importante para o setor aeronáutico, pode-se afirmar que as lâminas falharam, pois
o crescimento da trinca nos entalhes proporcionou um aumento da tensão na sua seção resistente restante com o avanço catastrófico da fratura.
os entalhes causados pela gravação do nome do fabricante funcionaram como concentradores de tensão, favorecendo o rompimento de maneira cristalina.
as tensões atuantes nas lâminas, devido aos entalhes, foram suficientes para ruptura prematura sob tensões muito maiores que aquelas num ensaio de tração.
as intrusões e extrusões no entalhe da gravação foram sítios para o desenvolvimento de estrias com direção de escorregamento favorável ao início das trincas.
A Mecânica da fratura teve grandes contribuições de Griffith, Orowan e Irwin, entre outros. O dano por fratura ocorre basicamente de modo frágil ou dúctil e está associado aos mecanismos presentes sob as tensões atuantes no material ou na peça.
Seria correto afirmar em relação aos metais que
a tendência para fratura frágil aumenta com a elevação da temperatura, presença de um estado triaxial de tensões e de um entalhe .
mesmo quando ocorre fratura de maneira completamente frágil, a trinca se propaga lentamente com muita microdeformação plástica antes da fratura.
o crescimento da fratura dúctil tipo taça e cone é caracterizada pelo processo de coalescência de precipitados, gerando uma superfície de fratura com cavidades arredondadas.
o comportamento da fratura frágil tem fraca influência do tamanho de grão em materiais CFC – Cúbico de Face Centrada, devido ao baixo número de seus sistemas de deslizamento.