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Se o perfil de velocidades de um fluido desconhecido, escoando sobre uma placa plana, tem a forma apresentada na figura abaixo, ele poderá ser classificado como:

Um fluido pseudoplástico.
Um fluido de Bingham.
Um fluido Newtoniano.
Um fluido invíscido.
Um fluido tixotrópico.
A equação originalmente proposta por Bernoulli incluía
energias térmicas, apenas.
energias mecânicas, apenas.
calor trocado no escoamento.
trabalho de eixo existente ao longo do escoamento.
perda de carga na tubulação.

C representa um fluido Newtoniano e o eixo y, um sólido elástico.
B representa um sólido elástico e A, um plástico.
A representa um plástico e B, um fluido Newtoniano.
A representa um fluido Não-Newtoniano e o eixo x, um fluido ideal.
A representa um fluido Newtoniano e C, um fluido ideal.
Se o fluido descrever um escoamento laminar na tubulação, em regime estacionário, então a velocidade de escoamento do fluido será constante em qualquer ponto.
Considere um fluido com densidade igual a 1.500kg/m3 e viscosidade igual a 0,05Poise, escoando num duto cilíndrico liso, de 5cm de diâmetro e 100m de comprimento com velocidade média no escoamento igual a 0,01m/s. Pode-se afirmar que, nestas condições, o fluido escoa em:
Regime de transição entre laminar e turbulento.
Regime turbulento pleno, pois o número de Reynolds é maior que 4000.
Regime laminar junto às paredes do tubo e regime turbulento no centro.
Regime de escoamento rotacional pleno.
Regime laminar, pois o número de Reynolds é inferior a 2100.
Considere o resfriamento de tarugos de PVC num trocador de calor cilíndrico de 10cm de diâmetro e 20m de comprimento acoplado na saída de uma extrusora. A extrusão ocorre com velocidade de 2cm/min. Que mecanismos de transferência de calor podem estar atuando neste processo, se a parede do trocador de calor é mantida à temperatura constante de 20°C ao longo de todo o equipamento?
Condução na direção radial, condução na direção axial e convecção junto à parede do trocador.
Condução na direção radial, radiação e convecção na extremidade do tarugo.
Convecção na direção radial, condução na direção axial e radiação.
Convecção na direção axial, radiação e condução junto à parede do trocador.
Radiação e condução na direção axial.
Considere que, num reservatório de água aberto com 2,0m de diâmetro e 5m de altura, completamente cheio, surgiu um orifício de 0,2cm de diâmetro na parede do tanque, situado a 4m abaixo da superfície da água. Se a perda de carga do fluido na saída do orifício for considerada desprezível, pode-se afirmar que a velocidade média e a vazão volumétrica de fluido na saída do orifício serão aproximadamente iguais a:
velocidade = 800 cm/s _____ vazão = 90 L/h
velocidade = 688 cm/s _____ vazão = 78 L/h
velocidade = 886 cm/s _____ vazão = 100 L/h
velocidade = 868 cm/s _____ vazão = 80 L/h
velocidade = 100 cm/s _____ vazão = 100 L/h
O revestimento de paredes planas com isolantes térmicos é um problema bastante simples, pois, qualquer que seja a espessura de isolante aplicado, a taxa de calor perdido será sempre menor do que a obtida com as paredes nuas. Quando se trata de revestir paredes cilíndricas, tais como tubos e tanques, o problema não é tão trivial. Na figura abaixo é apresentada a variação da taxa de calor perdido como uma função da espessura do isolante aplicado. Observa-se que, apenas para espessuras de isolantes maiores do que 6cm, a taxa de calor perdido é inferior à observada com a parede nua. Estabelece-se então, que a espessura de 6cm é crítica e um isolamento eficiente só ocorrerá com camadas de isolantes maiores que 6cm. O comportamento do sistema descrito pela figura abaixo ocorre porque:

O aumento da espessura de isolante sempre aumenta a área externa de troca térmica, porém, o coeficiente global de transferência de calor atinge um valor máximo e diminui rapidamente com o aumento da espessura, reduzindo a taxa de calor perdido.
O isolante só atinge a compactação adequada e eficiente para espessuras maiores que a espessura crítica.
O aumento da espessura de isolante provoca um aumento da área externa de troca térmica, aumentando a taxa de calor perdido.
O aumento da espessura de isolante faz aumentar a área externa de troca térmica e o coeficiente global de transferência de calor, o que torna o isolante eficiente apenas se a espessura for maior que a espessura crítica.
Camadas muito finas de isolante são boas condutoras de calor, por isso, somente com camadas mais espessas que a espessura crítica haverá eficiente isolamento.
Para medir a velocidade média de escoamento de um gás em uma tubulação, pode-se usar um tubo de Pitot, sendo necessário realizar diversas medidas, pois cada uma fornecerá a medida da velocidade pontual.
Se o fluxo do gás for horizontal, então a vazão dos gases (metano e ar) pode ser medida com auxílio de um rotâmetro.
O atrito verificado durante o escoamento do fluido se deve à sua viscosidade, que tende a oferecer resistência e provoca transferência de momento para a parede do canal de escoamento.
O número de Reynolds permite que se avalie o atrito durante o escoamento.
Considerando apenas a pressão de vapor da água na temperatura do processo (Pv = 0,02 kgf/cm2) como indicativo, é correto afirmar que
a pressão de vapor do fluido bombeado não serve de parâmetro para se avaliar o dimensionamento de bombas e tubulações de sucção. Deve-se considerar, apenas, o NPSH da bomba.
a tubulação de sucção está subdimensionada, pois a pressão na sucção é maior que a pressão de vapor do fluido bombeado no processo. Haverá cavitação da bomba.
a tubulação de sucção está bem dimensionada, pois a pressão na sucção é menor que a pressão de vapor do fluido bombeado no processo. Haverá cavitação da bomba.
a tubulação de sucção está subdimensionada, pois a pressão na sucção é menor que a pressão de vapor do fluido bombeado no processo. Não haverá cavitação da bomba.
a tubulação de sucção está bem dimensionada, pois a pressão na sucção é maior que a pressão de vapor do fluido bombeado no processo. Não haverá cavitação da bomba.

Será necessário instalar uma bomba para transportar o solvente "d" até o misturador M3. Sabendo que este trecho de tubulação tem 40 metros de comprimento, 0,08 metros de diâmetro e duas válvulas (V1 e V2) cujos coeficientes de perda de carga são 1,3 e 0,5, determine a perda de carga devido ao atrito neste trecho de tubulação. A velocidade de escoamento, segundo o projeto, deverá ser 4 m/s e o fator do atrito de fanning (ƒ) estimado para estas condições é 0,0056.
Dados:
g = 10m/s2
10,4 m.
15,0 m.
20,8 m.
3,7 m.
7,5 m.
Em uma tubulação, com duas seções A e B de diâmetros diferentes, escoa água com vazão volumétrica igual a 0,942 L/s. Se as seções A e B possuem, respectivamente, diâmetros de 2 e 4 cm, determine a redução de velocidade da água, em m/s, entre as seções A e B.
0,57 m/s.
0,75 m/s.
1,50 m/s.
2,00 m/s.
2,25 m/s.
Considerando que uma mistura de hidrocarbonetos é um fluido newtoniano, então a tensão de cisalhamento dessa mistura é linearmente proporcional ao gradiente de velocidade.
