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Uma das metodologias manuais empregadas para a determinação de colesterol HDL é a que utiliza precipitação de outras lipoproteínas exceto a citada. Nas instruções de uso, se utiliza uma parte da amostra para outra de precipitante, antes da utilização da reação colorimétrica e da técnica fotométrica. Dentro desse procedimento laboratorial, vários conceitos analíticos são empregados, dentre eles a aplicação de um “fator” que permite multiplicar absorbâncias. No caso, se o padrão tiver a concentração de 40 mg/dL de colesterol, o fator utilizado passa a ser 80 mg/dL, pois
Interferentes como as outras lipoproteínas mascararem o resultado real.
O produto corado é pouco estável, necessitando ser multiplicado por um fator maior.
Há uma correção da diluição inicial, o que necessita multiplicar o valor por dois, no caso, dobrando o valor do fator.
Se elimina interferentes pré-analíticos que não atingem os limites de detecção, corrigindo com a utilização de fatores maiores.
O volume de reagente utilizado é a metade do normal, necessitando ser corrigido com o fator utilizado através da duplicação do fator.