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O resgate das relações farmacêutico-paciente é necessário para a melhoria da qualidade do serviço de saúde, onde a humanização do serviço e a informação sobre os medicamentos favorecem o processo de dispensação. Sobre a dispensação de medicamentos podemos afirmar.
No caso específico da dispensação, a ausência do farmacêutico nas unidades públicas e privadas é um fator crítico para a implementação do uso racional de medicamentos.
Apenas o acesso aos medicamentos implica em melhores condições de saúde ou qualidade de vida.
Os maus hábitos prescritivos, as falhas na dispensação, a automedicação inadequada não, necessariamente, levam a tratamentos ineficazes e pouco seguros.
A possibilidade de receber o tratamento adequado, conforme e quando necessário reduz a incidência de agravos à saúde, mas não consegue reduzir a mortalidade para muitas doenças
Segundo o Guia Para a Boa Prescrição Médica da Organização Mundial da Saúde (OMS), após selecionar o tratamento medicamentoso e escrever a receita, o médico e/ou o farmacêutico devem informar o paciente sobre os objetivos do tratamento, como e quando deve tomar o medicamento, riscos e benefícios, armazenamento. Verifica-se, portanto, que o medicamento é um produto que deve ser comercializado acompanhado de informação.