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Um dos desafios na garantia de direitos humanos para os presos em sua ressocialização são os transtornos mentais provocados pelo próprio encarceramento. Estudos indicam que entre 10% e 15% dos reclusos apresentam transtornos mentais severos, ante a 2% dos identificados na população em geral. Os indivíduos que enfrentam a prisão pela primeira vez têm sintomas depressivos e ansiosos com valores mais altos do que os observados nos detentos antigos, com níveis de moderado a grave. Existem algumas classes de antidepressivos, e cada uma dessas classes tem a sua particularidade em relação ao desenvolvimento de reações adversas.
Em relação às reações adversas dos antidepressivos, pode-se afirmar que:
a mirtazapina pode causar insônia, aumento do apetite e ganho de peso.
a bupropiona pode causar ansiedade, bradicardia leve e hipotensão, irritabilidade e tremor.
a fluoxetina pode causar insônia, aumento da ansiedade, irritabilidade e diminuição da libido.
a amitriptilina pode causar visão turva, boca seca, taquicardia, incontinência fecal e urinária.
a venlafaxina pode causar náuseas, constipação intestinal, sonolência e disfunção sexual.