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O exame do líquido cefalorraquidiano (LCR) não deve...

O exame do líquido cefalorraquidiano (LCR) não deve consistir apenas em um ou mais dados isolados, e, sim, no conjunto deles, que não só facilita o diagnóstico da doença, mas também permite avaliar o prognóstico do quadro examinado. Os exames citológicos e bioquímicos fazem parte da rotina de avaliação laboratorial do líquor. De acordo com Oliveira Lima et al. (2001) no livro “Métodos de Laboratório Aplicados à Clínica”, espera-se encontrar nos casos de:


A

meningite tuberculosa: aspecto límpido ou opalescente; presença discreta de leucócitos, principalmente linfócitos; presença de bactérias; proteínas diminuídas e glicose normal.


B

meningite tuberculosa: aspecto turvo; presença maciça de leucócitos, principalmente linfócitos, predominância de bacilos de Koch; proteínas aumentadas e glicose normal.


C

esclerose múltipla: aspecto normal, leucócitos normais ou com ligeiro aumento; presença de bactérias; proteínas e glicose diminuídas. (D) meningite purulenta aguda: aspecto limpido


D

meningite purulenta aguda: aspecto limpido; presença discreta de leucócitos, principalmente linfócitos; predominância de bacilos de Koch; proteínas e glicose normais.


E

meningite purulenta aguda: aspecto turvo; presença maciça de leucócitos, principalmente neutrófilos; presença de bactérias; proteínas aumentadas e glicose diminuída.