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“Transtorno bipolar: o que há de novo no velho lítio? Medicamento usado desde a década de 1950 ainda é o mais eficiente no longo prazo para evitar suicídio em pacientes com essa condição” (Fonte: Revista Veja Digital, 2023). Sobre o lítio, assinale a alternativa INCORRETA.
É um antipsicótico do tipo butirofenona que bloqueia de forma não seletiva os receptores D2 dopaminérgicos pós-sinápticos no cérebro.
É classificado como um medicamento de baixo índice terapêutico, exigindo monitoramento rigoroso para garantir que os níveis séricos dos pacientes sejam mantidos dentro da faixa terapêutica.
É indicado para o tratamento de episódios maníacos nos transtornos afetivos bipolares e como adjuvante no tratamento do transtorno depressivo maior.
Delirium, tremor, problemas de memória e poliúria são algumas reações adversas que podem ser observadas durante o tratamento com lítio.
O uso concomitante com metronidazol pode provocar toxicidade do lítio, devido à depuração renal reduzida.