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Os testes para detecção da infecção pelo HIV são principalmente empregados em três situ...

Os testes para detecção da infecção pelo HIV são principalmente empregados em três situações: para triagem sorológica do sangue doado e garantia da segurança transfusional, hemoderivados e órgãos para transplante; para os estudos de vigilância epidemiológica; e para realizar o diagnóstico da infecção pelo HIV. Logo após a descoberta do HIV, foram desenvolvidos imunoensaios (IE) para o diagnóstico da infecção. Nas últimas décadas, quatro gerações de IE foram desenvolvidas. Essas gerações foram definidas de acordo com a evolução das metodologias empregadas. Sobre os imunoensaios para o diagnóstico da infecção do HIV, é correto afirmar:


A

Os IE de 1ª geração são pouco específicos, pelo fato de detectarem apenas de imunoglobulina M (IgM), e também são menos sensíveis do que os ensaios de gerações posteriores; a média da janela de soroconversão dos ensaios de 1ª geração é de 35 a 45 dias.


B

O ensaio de 2ª geração também tem formato direto, mas utiliza antígenos recombinantes ou peptídeos sintéticos derivados de proteínas do HIV; a média de sua janela de soroconversão é de 25 a 35 dias.


C

Os ensaios de 3ª geração permitiram a detecção de imunoglobulina M (IgM) e imunoglobulina G (IgG) e representaram um avanço no diagnóstico da infecção recente pelo HIV.


D

Os testes complementares convencionais — western blot (WB) e imunoblot (IB) ou imunoblot rápido (IBR) — são menos sensíveis que os imunoensaios de 3ª e 4ª gerações, podendo produzir resultados falso-não reagentes.


E

O ensaio de 4ª geração detecta simultaneamente o antígeno p24 e anticorpos específicos anti-HIV; a média de sua janela diagnóstica é de aproximadamente 20 dias, dependendo do ensaio utilizado.