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A úlcera de estresse surge em pacientes criticamente doentes, internados em unidades de tratamento intensivo (UTI), ocasionando sangramento digestivo que se associa à maior mortalidade e maior tempo de permanência em UTI. Em pacientes com sepse grave ou choque séptico com risco de sangramento (ventilação mecânica por, no mínimo, 48h, coagulopatia e, possivelmente, hipotensão), há a recomendação de se fazer profilaxia, não havendo necessidade de fazê-la naqueles sem fatores de risco (Fuchs, 2017). Quanto à análise da relação risco/benefício da farmacoterapia empregada como preventiva das úlceras de estresse em pacientes de UTI, considere as alternativas a seguir.
Marque a alternativa CORRETA:
Os medicamentos de 1ª linha utilizados atualmente são os antagonistas H2 da histamina, como a ranitidina.
A preferência atualmente é por medicamentos mais potentes e seguros, como os antagonistas M1 da acetilcolina, representados por pirenzepina e telenzepina.
Bloqueadores ácido competitivos do potássio (P-CABs), cujo representante é a vonoprazana, constitui atualmente a terapia mais empregada no Brasil, pois vonoprazana é segura, eficaz e com ampla experiência de uso.
Em virtude da relação satisfatória entre segurança/eficácia/custo, os inibidores de bomba de prótons como omeprazol e pantoprazol são os medicamentos mais utilizados atualmente.


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