

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
As interações entre drogas podem ser significativas se a doença tratada for grave ou potencialmente fatal. A incidência das interações oscila de 3 a 5% nos pacientes que recebem poucos medicamentos e até 20% naqueles que recebem de 10 a 20 drogas (Bisson, 2021). Sobre as interações medicamentosas, é CORRETO afirmar que:
Quando anticonvulsivantes (como fenobarbital, ácido valproico, carbamazepina, alprazolan e fenitoína) são associados a antipsicóticos (como clorpromazina e haloperidol), pode haver um aumento do efeito anticonvulsivante, com risco de aparecimento de crises epiléticas em pacientes com essa patologia.
As interações que modificam a distribuição de fármacos caracterizam-se pelas alterações no equilíbrio dinâmico na ligação do fármaco às proteínas plasmáticas e na sua concentração livre no sangue responsável pelo efeito farmacológico.
As interações ocasionadas pela excreção envolvem as vias de eliminação dos fármacos, como rim, fígado, coração, intestino e pulmão.
A associação de drogas anticolinérgicas (atropina, biperideno, ciclopentolato, hioscina) com outras drogas que possuem atividade anticolinérgica primária (como a clorpromazina e a difenidramina) pode apresentar um efeito aditivo anticolinérgico, sendo necessário diminuir as doses de ambas as drogas.
As interações que envolvem o metabolismo são consequências somente da diminuição da velocidade de biotransformação de um ou ambos os fármacos.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.