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Um paciente de 45 anos, diagnosticado com hipertensão e diabetes, é encaminhado para a farmácia com queixas de tontura e fraqueza. Ele relata ter tomado uma dose adicional de diurético por conta própria, acreditando que “ajudaria a controlar melhor a pressão”. Como o auxiliar de farmácia, pode intervir nesse caso para minimizar riscos e orientar adequadamente, considerando fundamentos de farmacologia?
Explicar ao paciente o risco de desequilíbrios hidroeletrolíticos, incentivando-o a seguir estritamente a prescrição e a buscar avaliação médica se persistirem sintomas.
Propor a troca imediata do diurético por outro de ação hipotensiva, sem comunicar o médico ou registrar a mudança em prontuário, partindo da suposição de que a dose extra indica mera intolerância.
Orientar o paciente a suspender totalmente os medicamentos para hipertensão e diabetes, minimizando a importância do controle farmacológico até que ele possa agendar nova consulta.
Recomendar a elevação do consumo de sal para compensar perdas de fluidos, presumindo que a autorregulação do organismo dispensará supervisão médica ou nutricional.