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Considere que um paciente apresente densidade urinária maior que 1.030. Nessa situação, é correto afirmar que esse paciente apresenta lesão renal.
O exame de depuração de creatinina na urina possibilita a determinação das alterações na filtração glomerular. Para que isso ocorra, os níveis de creatinina presentes na urina, colhida durante 24 horas, devem ser comparados com os níveis séricos.
Valores aumentados de glicosúria estão associados a alterações dos índices de proteínas circulantes.
Um homem de 32 anos apresenta dificuldade de urinar e secreção uretral purulenta. Ele relatou ter mantido relações sexuais a menos de três dias com uma parceira desconhecida e sem preservativos. De acordo com o relato do paciente, as primeiras condutas a serem tomadas é a realização de exame laboratorial para diagnosticar a causa. O exame mais útil nesse caso é a técnica da
cultura para Neisseria Gonorrhoeae.
pesquisa de chlamidea.
coloração de gram de secreção uretral.
VDRL.
Um paciente de 86 anos de idade queixa-se de tosse e sangue no escarro durante os últimos dois dias. No internamento, sua temperatura era de 39,4°C. O esfregaço de escarro revela a presença de muitos cocos Gram-positivo, e a cultura acusa Staphylococcus aureus produtor de penicilinase. Nesse caso, qual dos seguintes agentes deve ser ministrado ao paciente?
Ampicilina
Imepenem.
Oxacilina.
Mezlocilina.
Penicilina G benzatina.
A técnica de imunoblotting consiste na associação da separação das proteínas por eletroforese a métodos de detecção com anticorpos marcados com enzimas, razão por que é considerada uma técnica imunoenzimática.
A urina normal ácida pode mostrar-se opaca devido à precipitação de uratos amorfos ou à presença cristais de oxalato de cálcio ou de ácido úrico.
Uma lesão ou doença que resulte em inflamação ou comprometa a integridade do sistema vascular pode resultar em hematúria.
A hemoglobina glicada permite identificar, em curtos períodos de tempo, a concentração média, no sangue, de glicose, cujos níveis podem variar quando o paciente estiver em jejum ou sob estresse.
O anticorpo anti-HIV presente no soro do paciente pode ser detectado por imunofluorescência direta, por meio da ligação do anticorpo secundário marcado com uma substância fluorescente ao imunocomplexo formado pelo soro do paciente com os antígenos do HIV que estavam adsorvidos em uma placa.
A identificação de anticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico (GAD) é conclusiva para o diagnóstico de diabetes do tipo 1.
Um marcador imunológico importante nas doenças autoimunes são as proteínas de classe II do complexo principal de histocompatibilidade humano ou o antígeno leucocitário humano (HLA), cujos alelos HLA-DR/DQ podem estar associados à predisposição do paciente para o desenvolvimento da doença. A identificação do HLA pode ser realizada por meio do emprego de técnicas de biologia molecular ou por microtoxicidade utilizando-se anticorpos monoclonais e proteínas do sistema complemento.
O paciente cujo índice de glicemia de jejum for 120 mg/dL e o de tolerância à glicose for de 170 mg/dL deve ser diagnosticado como portador de diabete melito do tipo 2.
Após a separação de seu soro, o sangue de paciente suspeito de estar infectado pelo HIV pode ser armazenado à temperatura de 4 oC por até sete dias antes de ser utilizado para identificação sorológica.
Os laboratórios onde ocorre manipulação de material biológico de pacientes soropositivos para o HIV são classificados como classe de risco IV.