Ao afirmar que “o mundo da experiência imediata precisa ser transformado para tornar-se o que ele é realmente”, essa linguagem filosófica pressupõe que
A
não há contradição entre o contingente e o dever-ser.
B
o dever-ser não faz parte do que realmente é.
C
o contingente não é o verdadeiro.
D
o bem, elemento metafísico, pode ser negligenciado.