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Uma filosofia para o nosso tempo. Quem atua na escola...

Uma filosofia para o nosso tempo.


Quem atua na escola coloca-se uma pergunta crucial: de que modo a tradição filosófica pode ainda ser objeto de transmissão cultural e de ensino? Se este patrimônio é considerado útil, então ele deve ser adaptado às exigências de uma escola em transformação, a qual busca preservar os conteúdos históricos da disciplina e, ao mesmo tempo, formar competências filosóficas atuais.


Adaptado de BURGHI, Giancarlo: “Filosofia per questioni. Una proposta didattica e culturale”.


Para o autor, o ensino de filosofia


A

deve superar a falsa oposição entre “história da filosofia” e “fazer filosofia”, formando competências filosóficas mediante o estudo da história da filosofia.


B

impossibilita aos estudantes assumirem a atitude filosófica de pensar criticamente em suas vidas, uma vez que se baseia na análise da tradição filosófica.


C

pode utilizar a abordagem histórica apenas no Ensino Médio, ao passo que uma educação filosófica no nível básico deveria privilegiar o “saber filosofar”.


D

desenvolve a capacidade de pensar com autonomia e filosoficamente os problemas que se apresentam na atualidade, sendo desnecessário considerar o passado.


E

deve privilegiar o aspecto informativo, ancorado no conhecimento dos grandes filósofos do passado e em seus respectivos sistemas teórico-explicativos.