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A filosofia helenística foi marcada por várias escolas, que no período pós-socrático, do final do período clássico (320 a.C.) até o começo da Era Cristã, caracterizou-se por uma preocupação com questões morais e subjetivas, tendo como um dos temas a felicidade. Sobre este período é correto afirmar, EXCETO:
Para os estóicos, todas as pessoas fazem parte de uma mesma razão universal e todos processos naturais são regidos pelas constantes leis da natureza.
Tanto os epicuristas como os estóicos propunham que a felicidade está na harmonia com a natureza, embora com concepções de natureza diferentes entre estas correntes filosóficas, que postulam comportamentos diferentes.
Epicuro acreditava que a felicidade está no prazer, que precisa ser buscado de forma racional e reflexiva, ao ponto de desfrutar de um prazer duradouro; ou seja, um prazer real e verdadeiro, não apenas aparente, pois o prazer aparente leva a dor num segundo momento.
A filosofia cristã é considerada a principal corrente deste período, analisada pelos historiadores da filosofia como a principal fonte de influência da época.
Os céticos, tal como os estóicos e epicuristas, preocupavam-se com a busca da felicidade; e para os céticos isso implica na eliminação de tudo o que produz inquietação e que leva a imperturbalidade. Estes filósofos afirmam não ser possível o conhecimento referir-se às coisas em si.