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“Nesse sentido, ainda mais com seu rico e exponencial desenvolvimento desde fins do século XIX, acabou sendo sempre a inferência dedutiva e a noção de validade formal. Sua propensão originária sempre esteve associada a algum tipo ou grau de formalização destas inferências – ao ponto de se ter desenvolvido uma noção própria de conhecimento” (SECCO, G. D. Filosofia no Ensino Médio: distinções preliminares para uma didática mínima da lógica. Controvérsia, São Leopoldo, v. 9, mai.-ago. 2013, p. 97.) .
Acerca do tipo de conhecimento expresso no trecho anterior, é correto afirmar que:
Corresponde a uma série de procedimentos com base em experiências espirituais e análises visando gerar leis universais válidas para a aplicação no cotidiano.
Diz respeito ao modo de apreensão intelectual que independe das influências das categorias do tempo e espaço e, portanto, a priori.
Relaciona-se com o conhecimento adquirido através da experiência e comprovação sensorial com base em nossa percepção imediata do mundo.
A noção de conhecimento simbólico, para dar conta do tipo de saber que se adquire através da manipulação regrada de símbolos e ao modo algébrico
Correlaciona-se aos princípios fundamentais da busca pela natureza humana, independente de pressupostos discursivos ou de termos.