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As ciências que investigam o ser humano nas suas mais diversas manifestações, denominadas ciências humanas, deparam-se com dificuldades específicas pelo fato de elas terem, ao mesmo tempo, o sujeito e o objeto das pesquisas. Nas ciências da natureza elementos subjetivos podem também interferir, seja no método, seja nos resultados a alcançar e tenta-se, talvez com mais facilidade, superar este aspecto. Já nas ciências humanas, há mais dificuldades.
A afirmação que está de acordo com as dificuldades metodológicas das ciências humanas apresentadas no livro Filosofando pelas autoras ARANHA & MARTINS (2009) é:
Complicações insuperáveis nos fenômenos humanos; proibição total de experimentações com pessoas; características apenas qualitativas dos fenômenos.
Complexidade dos fenômenos humanos; não possibilidade de experimentações em muitos desses fenômenos; características predominantemente qualitativas dificultando ou impedindo sua matematização; constante presença da subjetividade no pesquisador; impactos da liberdade das pessoas.
Variabilidade dos fenômenos humanos; características predominantemente afetivas que impedem a objetivação; não continuidade das pesquisas nesta área.
Simplicidade dos fenômenos humanos; artificialidade de simulações em laboratórios; má vontade das pessoas quando pesquisadas.
Incomensurabilidade dos fenômenos humanos; imposições éticas absurdas quanto a experimentos com humanos; altíssima presença de qualidades variadas nos fenômenos; acúmulo de dúvidas quanto aos métodos de pesquisa na área.