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“Trata-se, entretanto, de uma tarefa – no nosso caso, filosófica – que tem como ponto de partida afirmar o que a Modernidade declarou como a Exterioridade descartada, não valorizada, o ‘inútil’ das culturas (‘descartes’ entre os quais se encontram as filosofias periféricas ou coloniais), e desenvolver as potencialidades, as possibilidades dessas culturas e filosofias ignoradas; afirmação e desenvolvimento que são efetuados a partir de seus próprios recursos, num diálogo construtivo com a Modernidade europeia e norte-americana”
(DUSSEL, E. Paulo de Tarso na filosofia política atual e outros ensaios. São Paulo: Paulus, 2016, p. 198)
O texto acima refere-se ao projeto de diálogo interfilosófico mundial proposto por Enrique Dussel (1934). Esse projeto filosófico é conceituado pelo filósofo latino-americano como:
Pós-moderno.
Anticolonial.
Pós-colonial.
Transmoderno.
Extramoderno.