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“O ser-para-o-fim não é o resultado de uma deliberação repentina e irregular, mas faz parte essencial do ser-jogado do ser-aí, tal como se revela, em um ou outro modo, na situação emotiva [...]”
Fonte: Heidegger. Ser e Tempo. In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – De Nietzsche à Escola de Frankfurt. Volume 6. São Paulo: Paulus, 2023.
Assinale a única alternativa que NÃO apresenta incorreções, dentro da filosofia existencialista de Heidegger:
O homem que propõe questionar sobre o sentido do ser já é, nessa conjuntura, em uma situação, jogado nela. É então ser-aí (Da-sein).
A característica fundamental do homem é seu rompimento com o mundo, pois dele se afasta para, em atitude fenomenológica, conhecer o mundo.
A alteridade é tema heideggeriano, pois ele aponta a necessidade de um isolamento compreensivo. Se o humano se deixa misturar com os outros, acaba por perder-se e não mais se reconhecendo. O ser-com-os-outros é o contrário da libertação do Da-sein.
A existência autêntica é possível no existencial ser-para-a-vida. Quando vocacionada a viver, o ente se estrutura a partir da solidariedade e da ética.
O ser, ao se reconhecer como vocacionado à vida, ao sentido, à felicidade, rompe com a angústia, pois esta representa o que de mais medíocre poderia ser fabricado na existência.