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A ideia apresentada por John Locke de que seria legítimo que os súditos pudessem resistir a seu rei tem uma dimensão que a aproxima do pensamento de Platão, especialmente no que diz respeito à figura do “tirano”, caracterizada na República. Sob esse aspecto, para Locke, a tirania é o emprego que o soberano faz de seu poder político a fim de
colocar-se além do direito constitucionalmente validado.
exercer o uso da força sem a autoridade legítima outorgada pela cidade.
obter sua própria vantagem em detrimento do bem comum.
contraditar o contrato social que produz sua própria soberania.