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No parágrafo 189 da Fenomenologia do Espírito, Hegel, ao tratar da consciência de si, e...

No parágrafo 189 da Fenomenologia do Espírito, Hegel, ao tratar da consciência de si, escreve:


“(...) e uma consciência de si não é puramente para si, mas para um outro, isto é, como consciência essente, ou consciência na figura da coisidade. São essenciais ambos os momentos; porém como, de início, são desiguais e opostos, e ainda não resultou sua reflexão na unidade, assim os dois momentos são como duas figuras opostas da consciência: uma a consciência independente para a qual o ser-para-si é a essência; outra, a consciência dependente para a qual a essência é a vida, ou o ser para um Outro”.


(HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. A Fenomenologia do Espírito. Tradução de Paulo Meneses. Vozes: Petrópolis, 2014, p. 146 - 147)


Essa passagem da obra de Hegel diz respeito à dialética


A

do senhor e do escravo


B

do jogo de forças


C

da razão observadora


D

da eticidade