Questões de Concurso sobre Friedrich Hegel

 
 
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No Prefácio dos “Princípios da Filosofia do Direito”, Hegel afirma que “o que é racional é real e o que é real é racional”, procurando constatar que a racionalidade do sujeito deva ser a mesma racionalidade do mundo. Tal afirmação visa, entre outras coisas, superar a dicotomia sujeito e objeto.


HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Princípios da filosofia do direito. São Paulo: Martins Fontes, 2003.


Da mesma forma, partindo da afirmação hegeliana, pode-se dizer que é possível superar outra dicotomia, qual seja: a separação entre mundo virtual e mundo real.


Ao compreender a afirmação de Hegel, comparando com a dicotomia real x virtual, pode-se dizer que


A

o mundo virtual é irracional por definição, pois não possui existência material, sendo, portanto, oposto à realidade.


B

a racionalidade da experiência humana é o critério que permite integrar o mundo virtual ao mundo real, desde que ambos tenham efeitos concretos e inteligíveis.


C

a frase de Hegel indica que o mundo físico e natural pode ser considerado racional, excluindo qualquer forma de realidade tecnológica ou simbólica.


D

a dicotomia entre real e virtual reforça que o que é palpável pode ser compreendido racionalmente, pois é o único que possui causalidade objetiva.


E

o mundo virtual não pode ser considerado parte da realidade, pois não se submete às leis naturais que regem o mundo físico e histórico.

Analise o trecho abaixo, retirado de “História da Filosofia”, sobre a dialética hegeliana:


“Dialética: O único método em grau de garantir o conhecimento científico do absoluto e de elevar assim a filosofia à ciência, é, segundo Hegel, o método dialético, por meio do qual a verdade pode finalmente receber a forma rigorosa do sistema da cientificidade. A dialética nascera no ambiente da Escola de Eléia, principalmente com Zenão, e na grecidade havia alcançado seus vértices com Platão; na era moderna, fora retomada por Kant, que, porém, a privara de verdadeiro valor cognoscitivo. Hegel se remete à dialética clássica, mas conferindo movimento e dinamicidade às essências e aos conceitos universais que, já descobertos pelos antigos, haviam, porém, permanecido com eles em uma espécie de repouso rígido, quase solidificados. O coração da dialética se torna, assim, o movimento, e precisamente o movimento circular ou em espiral, com ritmo triádico. Os três momentos do movimento dialético são: 1) a tese, que é o momento abstrato ou intelectivo; 2) a antítese, que é o momento dialético (em sentido estrito) ou negativamente racional; 3) a síntese, que é o momento especulativo ou positivamente racional” (Reale; Antiseri, 2005, v. 5).


Com base no trecho da obra de Reale e Antiseri e na compreensão sobre a filosofia hegeliana e a dialética, assinale a alternativa correta.


A

A dialética hegeliana consiste em uma sucessão formal de conceitos que se opõem mutuamente, sem implicar relação ontológica com a realidade, como ocorria na lógica formal aristotélica.


B

A tríade dialética hegeliana (tese, antítese, síntese) expressa um processo mecânico e externo à realidade, útil apenas como método de exposição conceitual.


C

Para Hegel, a dialética é simultaneamente lógica, ontológica e histórica, pois exprime o modo real como o Ser se desenvolve por meio da negação e superação interna, rumo à realização do Absoluto.


D

Na perspectiva hegeliana, o conceito de Aufhebung indica a destruição completa do estágio anterior do desenvolvimento do espírito, que deve ser negado para dar lugar ao novo.


E

Ao contrário de Kant, Hegel sustenta que a razão humana está limitada à experiência sensível, e que a realidade última permanece inacessível ao pensamento racional.

O botão desaparece no desabrochar da flor, e poderia dizer-se que a flor o refuta; do mesmo modo que o fruto faz a flor parecer um falso ser-aí da planta, pondo-se como sua verdade em lugar da flor: essas formas não só se distinguem, mas também se repelem como incompatíveis entre si. Porém, ao mesmo tempo, sua natureza fluida faz delas momentos da unidade orgânica, na qual, longe de se contradizerem, todos são igualmente necessários.


HEGEL, G. W. F. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis, RJ: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2014.


O trecho acima ilustra a concepção dialética de Hegel, segundo a qual os contrários


A

se anulam mutuamente, desaparecendo no movimento rumo ao fim do processo.


B

são fases necessárias de um processo em que cada momento nega e conserva o anterior.


C

impedem que a realidade chegue a produzir uma unidade organizada e coerente.


D

apenas superficialmente se mostram incompatíveis, dado que as contradições são ilusórias.


E

coexistem sem relação entre si, formando partes isoladas de uma realidade fragmentada.

Analise o trecho a seguir, retirado de “A Razão na História”, de Hegel (2004):


“O único pensamento que a filosofia traz para o tratamento da história é o conceito simples de Razão, que é a lei do mundo e, portanto, na história do mundo as coisas aconteceram racionalmente. Essa convicção e percepção é uma pressuposição da história como tal; na própria filosofia a pressuposição não existe. A filosofia demonstrou através de sua reflexão especulativa que a Razão – esta palavra poderá ser aceita aqui sem maior exame da sua relação com Deus – é ao mesmo tempo substância e poder infinito, que ela é em si o material infinito de toda vida natural e espiritual e também é a forma infinita, a realização de si como conteúdo. Ela é substância, ou seja, é através dela e nela que toda a realidade tem o seu ser e a sua subsistência. Ela é poder infinito, pois a Razão não é tão impotente para produzir apenas o ideal, a intenção, permanecendo em uma existência fora da realidade – sabe-se lá onde – como algo característico nas cabeças de umas poucas pessoas. Ela é o conteúdo infinito de toda a essência e verdade, pois não exige, como o faz a atividade finita, a condição de materiais externos, de meios fornecidos de onde extrair-se o alimento e os objetos de sua atividade; ela supre seu próprio alimento e sua própria referência. E ela é forma infinita, pois apenas em sua imagem e por ordem sua os fenômenos surgem e começam a viver. É a sua própria base de existência e meta final absoluta e realiza esta meta a partir da potencialidade para a realidade, da fonte interior para a aparência exterior, não apenas no universal natural, mas também no espiritual, na história do mundo. Que esta Ideia ou Razão seja o Verdadeiro Poder Eterno e Absoluto e que apenas ela e nada mais, sua glória e majestade, manifeste-se no mundo – como já dissemos, isto já foi provado em filosofia e aqui está sendo pressuposto como demonstrado”.


Com base no trecho acima e nos conhecimentos sobre a filosofia da história em Hegel, analise as assertivas abaixo:


I. Hegel entende que a Razão é a substância, forma e conteúdo de tudo que é real, manifestando-se no tempo por meio do processo histórico.

II. A história do mundo é racional apenas quando guiada por princípios morais universais, sendo irracional quando determinada por interesses particulares ou conflitos.

III. Para Hegel, a história deve ser compreendida como a manifestação progressiva da liberdade do Espírito, sendo a filosofia capaz de apreender racionalmente esse desenvolvimento necessário.

IV. Os acontecimentos históricos, ainda que pareçam caóticos, fazem parte da manifestação necessária do Espírito no tempo.

V. Hegel rejeita qualquer abordagem que pretenda aplicar a reflexão racional à história, pois considera que isso comprometeria a fidelidade aos dados empíricos.


Quais estão corretas?


A

Apenas I, II e V.


B

Apenas I, III e IV.


C

Apenas I, IV e V.


D

Apenas II, III e IV.


E

Apenas I, III, IV e V.

“Mediante essa experiência se põem uma pura consciência-de-si e uma consciência que não é puramente para si, mas para um outro.(...) São essenciais ambos os momentos; porém, como de início são desiguais e opostos, e ainda não resultou sua reflexão na unidade, assim os dois momentos soam como duas figuras opostas da consciência: uma, a consciência independente, para a qual o ser-para-si é a essência; outra, a consciência dependente, para a qual a essência é a vida, ou o ser para um Outro. Uma é o senhor, outra é o escravo”.

(Hegel. Fenomenologia do Espírito,§ 189)


Hegel compreende a dialética do senhor e escravo como o modelo pelo qual a consciência se manifesta na história,


A

pois é assim que o sujeito se manifesta de modo transcendente.


B

como o processo de formação da subjetividade, ou seja, da natureza ao humano histórico.


C

na forma da última aparição do espírito no mundo, ou seja, com o trabalho ligado à ideia.


D

aberta à perspectiva de pensar um outro mundo na natureza, o mundo humano da história.


E

no qual o geral supera o particular, no sentido da colonização do particular ao geral.

Georg Wilhelm Friedrich Hegel introduz o conceito de sociedade civil na filosofia política. Após essa inovação conceitual, muitos pensadores deram interpretações diferentes à ideia de sociedade civil que se distanciam da concepção hegeliana. Independentemente dessas interpretações, Hegel entendia a sociedade civil como:


A

Apenas a esfera das relações econômicas.


B

Um momento intermediário da eticidade.


C

O âmbito das relações familiares.


D

A condição que antecede o contrato social.


E

A realização última do Estado.

No parágrafo 189 da Fenomenologia do Espírito, Hegel, ao tratar da consciência de si, escreve:


“(...) e uma consciência de si não é puramente para si, mas para um outro, isto é, como consciência essente, ou consciência na figura da coisidade. São essenciais ambos os momentos; porém como, de início, são desiguais e opostos, e ainda não resultou sua reflexão na unidade, assim os dois momentos são como duas figuras opostas da consciência: uma a consciência independente para a qual o ser-para-si é a essência; outra, a consciência dependente para a qual a essência é a vida, ou o ser para um Outro”.


(HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. A Fenomenologia do Espírito. Tradução de Paulo Meneses. Vozes: Petrópolis, 2014, p. 146 - 147)


Essa passagem da obra de Hegel diz respeito à dialética


A

do senhor e do escravo


B

do jogo de forças


C

da razão observadora


D

da eticidade

O pensamento de Georg Wilhelm Friedrich Hegel deixou uma marca significativa na filosofia contemporânea, influenciando diversas correntes de pensamento.


Identifique qual das seguintes características destaca uma influência fundamental de Hegel em filósofos contemporâneos.


A

A rejeição da dialética como método de análise.


B

A ênfase na razão pura como fonte exclusiva de conhecimento.


C

A valorização da subjetividade e do papel ativo do sujeito na construção do conhecimento.


D

A defesa do empirismo radical como abordagem filosófica predominante.

Ano: 2024
Prova: Instituto Verbena - IFSE - Professor - Área: Filosofia - 2024

A filosofia de Georg Wilhelm Friedrich Hegel gerou grande impacto na cultura ocidental. Hegel


A

desenvolveu a teoria da dialética, segundo a qual a luta entre os contrários promoveria a formação da sociedade comunista.


B

argumentava que a razão se desenvolve na história, gerando uma espécie de “super-homem” acima do bem e do mal.


C

defendia a ideia da evolução intelectual da humanidade em três estados, o teológico, o metafísico e o positivo, que seria racional e científico.


D

afirmava que o real é racional e o racional é real, criando uma unidade entre sujeito e objeto do conhecimento.

Ano: 2024
Prova: Instituto Consulplan - Prefeitura de Pouso Alegre - Professor - Área: Filosofia - 2024

Nós começamos pelo belo como tal. E esta ideia que é una, ir-se-á diferenciando, particularizando, a partir de si própria irá originando a variedade, a multiplicidade, as diferenças, as múltiplas e diversas formas e figuras da arte que, então, se vêm a apresentar como produções necessárias.


(HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Fenomenologia do Espírito. Petrópolis: Vozes, 1992.)


Principal representante do idealismo alemão, Georg Wilhelm Friedrich Hegel nasceu em 27 de agosto de 1770. É autor de uma obra rica e profunda que aborda dentro de si uma gama enorme de assuntos, tais como a consciência, a ética, a política, a estética, a religião e a história. Sobre a arte, especificamente, ele afirma que:


A

A escultura e outros produtos da arte são resultados apenas do objeto em questão, ficando o sujeito submisso à natureza objetiva das coisas.


B

Na filosofia da arte ou em uma teoria do belo, é necessário preponderar a ideia de que a beleza é um acidente efêmero, um acontecimento supérfluo.


C

Qualquer ação do ser humano seria considerada arte, ou seja, as manifestações psíquicas, materiais ou imateriais do homem devem ser vistas pelo viés artístico.


D

O belo não poderia ser apenas subjetivo, tampouco apenas objetivo. Um artista que esculpe uma pedra, por exemplo, faz um trabalho que transforma o mundo.

“A fenomenologia do espírito se conclui justamente com o ser como absolutamente mediado. No curso da fenomenologia, o espírito prepara para si próprio o elemento do saber. Neste elemento, os momentos do espírito se desdobram na forma da simplicidade, a qual sabe o próprio objeto como si própria. Aqui os momentos não caem mais um fora do outro na oposição entre ser e saber, mas permanecem juntos na simplicidade do saber, são o verdadeiro na forma do verdadeiro, e sua diversidade é apenas diversidade do conteúdo. Seu movimento, que no elemento do verdadeiro em forma de verdadeiro se estrutura em todo orgânico, constitui a lógica ou filosofia especulativa”


Fonte: Hegel. Fenomenologia do Espírito. In: Reali, G. & Antiseri, D. História da Filosofia – Do Romantismo ao Empiriocriticismo. Volume 5. São Paulo: Paulus, 2023.


A “Ciência do aparecer do espírito” ou a Fenomenologia em Hegel representa um processo de elevação até o saber absoluto e em meio à dialética. Sobre a Filosofia hegeliana, é CORRETO afirmar:


A

Hegel postula que os três momentos da dialética são tese (momento dialético), antítese (momento especulativo) e síntese (momento abstrato ou intelectivo).


B

Hegel postula, por meio de seu pessimismo, que o momento “especulativo” representa a negação do que fora positivado, sempre conduzindo a um movimento de crise e de dissolução da realidade.


C

Hegel postula que o espírito é governado pela estrutura histórica e social, fazendo da crise o início de um processo de superação.


D

Hegel postula que o movimento próprio do espírito é o refletir-se em si mesmo, com três movimentos: o ser-em-si; o ser-outro ou ser-fora-de-si; e o retorno a si ou ser-em-si-e-por-si.


E

A tríplice distinção da filosofia hegeliana pode ser compreendida pelo estudo do lógos, da natureza e do espírito, a saber, e em derivação, uma filosofia do direito, uma epistemologia, e uma filosofia social.

A respeito do conceito de dialética, Georg Wilhelm Friedrich Hegel (1770-1831) faz a seguinte afirmação: "O interesse particular da paixão é, portanto, inseparável da participação do universal, pois é também da atividade do particular e de sua negação que resulta o universal" (HEGEL, Filosofia da História, 1998, p. 35).

Com base no pensamento de Hegel, assinale a alternativa correta:


A

O universal não se realiza e nem se manifesta por meio dos particulares, pois a Razão Universal governa a si mesma e a história.


B

O particular é irracional, por isso é a negação do universal e, portanto, a História não é guiada pela Razão, mas se deixa conduzir pelo acaso cego dos acontecimentos que se sucedem sem nenhuma relação entre eles.


C

O universal é a somatória dos particulares, de modo que a História é tão só o acumulado ou o agregado das partes isoladas e assim elas estão articuladas tal como engrenagens de uma grande máquina.


D

O particular da paixão é a ação dos indivíduos, sempre em oposição à finalidade da História, isto é, do universal da Razão que governa o mundo, mas esta depende da ação dos indivíduos, sem os quais ela não se manifesta.


E

O universal é a vontade divina que, por intermédio da sua ação providente, preserva os homens de todos os perigos, evitando que se desgastem com suas paixões, assim, o humano é preservado desde o seu surgimento na Terra.

“O gosto é a faculdade de julgar um objeto ou um modo de representação por uma satisfação ou insatisfação inteiramente independentes do interesse. O objeto dessa satisfação chama-se belo”. O trecho acima sintetiza o conceito de beleza para um grande autor da história da filosofia. O filósofo responsável por essas linhas é:


A

Alexander Baumgarten.


B

Immanuel Kant.


C

G. W. F. Hegel.


D

Friedrich Nietzsche.


E

Martin Heidegger.

A filosofia de Hegel foi o último grande sistema filosófico do Ocidente. Nele, a realidade se produz historicamente por meio de um desenvolvimento dialético, e para compreender as ocorrências particulares, é necessário entender de que modo elas se situam nesse processo.


Sobre esse pensamento, é correto afirmar que


A

sustenta uma dialética de base materialista.


B

rechaça a possibilidade de um saber absoluto.


C

caracteriza-se pela sua estrutura totalizante.


D

compreende a história como um processo infinito.


E

tornou-se possível apenas após o fim da metafísica.

Ano: 2023
Prova: FUNDATEC - Prefeitura de Porto Alegre - Professor - Área Filosofia - 2023

Vivendo em um período em que as teorias do ensino de Filosofia possuíam uma tendência pragmática, esse filósofo desenvolveu sua atenção para o ensino de Filosofia, esboçando três textos sobre o assunto: o primeiro é um parecer manifestando o significado da Filosofia para os jovens do ginásio. O segundo é uma breve carta dirigida ao conselheiro Niethammer, com poucas linhas, mas em tom bastante marcante, posicionando com respeito o conflito entre forma e conteúdo. Por fim, o terceiro é uma carta dirigida ao real conselheiro do governo prussiano e ao professor Friedrich V. Raumer, explorando o ensino da Filosofia nas universidades. Segundo o filósofo, a universidade é o local mais adequado para o ensino da Filosofia, porque nesse lugar se pode esperar e exigir dos alunos determinadas posturas que somente a maturidade proporciona. A qual filósofo o contexto apresentado se refere?


A

Friedrich Nietzsche.


B

Immanuel Kant.


C

Georg Wilhelm Friedrich Hegel.


D

Jean-Paul Sartre.


E

Arthur Schopenhauer.

No prefácio à Filosofia do direito (1821), de Hegel, lemos: “O que quer que aconteça, cada indivíduo é sempre filho de sua época; portanto, a filosofia é a sua época tal como apreendida pelo pensamento. É tão absurdo imaginar que a filosofia pode transcender sua realidade contemporânea quanto imaginar que um indivíduo pode extrapolar seu tempo”. A reflexão filosófica deve partir, portanto, de um exame do processo de formação da consciência.


(Danilo Marcondes. Iniciação à história da Filosofia: dos pré-socráticos a Wittgenstein, 2010. Adaptado)


Conforme Hegel, é característico(a) do processo mencionado no texto


A

a exclusividade de funções cognitivas.


B

a valorização da autonomia do sujeito.


C

o desenvolvimento histórico linear.


D

o alcance do estágio final da filosofia.


E

o movimento simultâneo do real e do conhecimento.

Disse o filósofo: “A razão não é nem exclusivamente razão objetiva nem subjetiva". Ora, a verdade está no objeto ou no sujeito? Portanto, a razão é unidade necessária do objeto e do sujeito. Segundo o filósofo em questão, a razão é um conjunto das leis do pensamento, isto é, os princípios, os procedimentos do raciocínio, a organização, o encadeamento e as relações próprias das coisas. Contudo, existe uma relação interna necessária: a lei do pensamento e a lei do real; em outras palavras, a unidade da razão “subjetivas e da razão objetiva” forma o que podemos entender pelo “espírito do absoluto”. Qual área da filosofia e qual filósofo foi mencionado no contexto acima?


A

Teoria do conhecimento, de Emanuel Kant.


B

Teoria do conhecimento, de Martin Heidegger.


C

Teoria do conhecimento, de Hegel.


D

Filosofia medieval, de Hegel.


E

Filosofia existencialista, de Emanuel Kant.

Hegel elogia as teorias contratualistas e defende que o Estado fundamenta a sociedade: não é o indivíduo que escolhe o Estado, mas é o Estado que o constitui.


C

Certo


E

Errado

 
 
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