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Durante o período helenístico, a filosofia grega viveu séculos muito fecundos nos quais várias escolas filosóficas foram criadas e se desenvolveram, deixando grande legado para posteridade.
Relacione esses movimentos filosóficos (coluna A) com suas respectivas teses (coluna B):
A. Cinismo.
B. Ceticismo.
C. Epicurismo.
D. Estoicismo.
( ) Devemos suspender o juízo a respeito do que é verdadeiro ou falso.
( ) Devemos desprezar a riqueza e a propriedade convencional.
( ) O objetivo da vida é viver em harmonia com a Natureza.
( ) O prazer é o critério de excelência para a escolha.
A sequência que preenche corretamente a coluna, de cima para baixo, é:
B - A - D - C.
B - C - A - D.
B - D - A - C.
D - B - A - C.
A obra Fenomenologia do Espírito, de Hegel, caracteriza a libertação da autoconsciência em três momentos: estoicismo, ceticismo e consciência infeliz.
A etapa da consciência infeliz é caracterizada como a
separação dualista entre o mutável e o imutável, Deus e o homem, a consciência imanente e a verdade transcendente.
negação do mundo, da percepção, do pensamento e dos valores éticos, ainda que tais negações as conduza à autocontradição.
união do aqui e agora, do universal e do particular, do um e dos muitos, do sujeito e do objeto numa perfeita unidade dialética.
liberdade abstrata da consciência, reconhecida como pensamento e afastada do mundo e das paixões.
A sociedade contemporânea viu renascer o interesse pela Filosofia Estoica. No que diz respeito à ética estoica, ela se caracteriza por
um engajamento político de indivíduos, visando o bem comum e o fortalecimento da democracia.
uma atuação no campo ecológico, identificando-se com pautas ambientais e o pensamento anticapitalista.
uma moral centrada na visão do indivíduo como agente econômico e de consumo consciente.
uma moral que orienta a ação humana como uma adequação à ordem natural e ao autoconhecimento.
Para estoicos como Marco Aurélio, a liberdade consiste em perceber o seu lugar no universo e em conformar-se com a lei da natureza que rege os céus, a estrutura social e até as partes da alma. Somos "livres" apenas quando agimos de acordo com a "razão correta". Agir de outra forma não seria livre porque ______.
Assinale a alternativa que preencha corretamente a lacuna.
nossas ações não seriam realmente “nossas” ações, mas sim as ações de outras forças da natureza
o fatalismo da filosofia estoica exclui a possibilidade de alguém agir livremente
razão correta refere-se a como pensamos, não como nossos pensamentos correspondem ao mundo ou como agimos
quanto mais aprendemos sobre nós mesmos, mais nos libertamos das leis da natureza
existe uma ordem natural na qual tudo já está previsto, então “agir livre” é apenas conformar-se a essa ordem natural e não afirmá-la, nem negá-la
Indagamos como a alma possa sempre se encaminhar num curso equilibrado, seja propícia para si, olhe alegre para sua condição e não interrompa esse contentamento, mas permaneça num estado plácido, sem jamais exaltar-se ou deprimir-se: isso será a tranquilidade [euthymía].
Adaptado de SÊNECA. Sobre a ira. Sobre a tranquilidade da alma. São Paulo: Penguin Classics Cia. das Letras, 2014.
A preocupação exposta no trecho acima é característica da reflexão
epicurista.
cética.
estoica.
hedonista.


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Das coisas existentes, algumas são encargos nossos; outras não. São encargos nossos o juízo, o impulso, o desejo, a repulsa — em suma: tudo quanto seja ação nossa. Não são encargos nossos o corpo, as posses, a reputação, os cargos públicos — em suma: tudo quanto não seja ação nossa. Por natureza, as coisas que são encargos nossos são livres, desobstruídas, sem entraves. As que não são encargos nossos são débeis, escravas, obstruídas, de outrem. Lembra então que, se pensares livres as coisas escravas por natureza e tuas as de outrem, tu te farás entraves, tu te afligirás, tu te inquietarás, censurarás tanto os deuses como os homens. Mas se pensares teu unicamente o que é teu, e o que é de outrem, como o é, de outrem, ninguém jamais te constrangerá, ninguém te fará obstáculos, não censurarás ninguém, nem acusarás quem quer que seja, de modo algum agirás constrangido, ninguém te causará dano, não terás inimigos, pois não serás persuadido em relação a nada nocivo.
Internet:<www.devitastoica.com> .
Tradução de Aldo Dinucci.
Ao tratar da distinção entre o que depende de nós e o que não depende de nós, o texto precedente apresenta princípios filosóficos do
idealismo.
epicurismo.
estoicismo.
empirismo.
ceticismo.
Analise as afirmativas a seguir sobre os estóicos:
I. Zenão de Cício, um dos fundadores do pensamento estóico, renegava a metafísica e toda forma de transcendência.
II. Assim como os epicuristas, os estóicos viam a filosofia como uma “arte de viver” e o bem como atividade identificada com o prazer.
III. No estoicismo romano, já na era cristã, a doutrina era basicamente meditação moral com fortes tons religiosos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
II, apenas.
I, apenas.
I e III, apenas.
I, II e III.
Para os estóicos, as ações convenientes são
aquelas que, em tudo e por tudo, são cumpridas segundo o logos.
aquelas que, embora não sendo prejudiciais, não são conformes à natureza.
as mais elevadas e desejáveis ações morais, próprias do homem sábio.
as que são feitas tendo em vista apenas a vantagem de seu autor.
intermediárias entre as ações perfeitas e as viciosas, ou seja, deveres.
Uma diferença fundamental entre a lógica de Aristóteles e a lógica dos estóicos é que a lógica aristotélica
pressupõe o princípio de correspondência, enquanto somente a lógica estóica considera o âmbito da possibilidade.
afirma o princípio de não-contradição como princípio fundamental da lógica, enquanto os estóicos defendem apenas o terceiro-excluído.
tem como axioma o princípio da identidade, enquanto os estóicos negam este princípio, assim como a possibilidade de uma lógica temporal.
defende a noção formal de demonstração, já os estóicos consideram irrelevante a demonstração da validade de um raciocínio.
está baseada fundamentalmente na relação de predicação, enquanto a lógica estóica trabalha com proposições.