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Conclui-se do texto precedente que, no que se refere ao cinema, Walter Benjamin considera que
“(...) é fácil conceber o condicionamento social do atual declínio da aura. Ele repousa sobre duas circunstâncias, e ambas se relacionam com o aumento crescente das massas e a crescente intensidade de seus movimentos. (...) Unicidade e duração se entrelaçam na imagem assim como volatilidade e repetibilidade na reprodução.”
BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: DUARTE, Rodrigo. O belo autônomo. Belo Horizonte: Autêntica/Crisálida, 2012. p.286.
De acordo com o trecho, é correto afirmar que
a reprodução se distingue de maneira inconfundível da imagem.
com a repetibilidade se perpetua a aura, a qual se torna presente na reprodução.
o aumento crescente das massas garante a preservação da imagem, o que renova a aura.
a singularidade da obra de arte é idêntica à sua inserção no contexto de reprodução e da massa.
Em seu último escrito, Teses sobre o conceito de história (1940), Walter Benjamin propõe um método de análise da história, que, ao contrário do marxismo ortodoxo, não visa estabelecer, por meio da estrutura, as leis que dominam a história, mas antes a percorrer os seus desvios, a interrogar o que, sendo superestrutural, é também marginal, para ver nesses restos desfeitos a força explosiva que pode fazer que a história dê o salto da revolução, aquele salto que a livra dos vínculos de um continuum que tudo nivela, porque progride sem nunca poder salvar. Nessa perspectiva, ele afirma: “Marx diz que as revoluções são locomotivas da história. Talvez seja exatamente o contrário. Talvez as revoluções sejam o cabo do freio de emergência da humanidade que viaja nesse trem”.
Acerca das ideias expressas acima, assinale a opção correta.Na concepção de W. Benjamin, o que é fragmentário não tem importância na leitura da história, pois o que importa é a visão do todo.
Na visão de W. Benjamin, é preciso ver o todo no fragmento. O todo no contínuo é uma visão distorcida produzida pelos vencedores.
O que é essencial na leitura da história de Walter Benjamin é a continuidade do processo histórico, o progresso que se dá em nível de estruturas fundamentais da realidade social.
Walter Benjamin considera que o que move a história são as revoluções.
Para Walter Benjamin, é importante narrar a história a partir dos vencedores, e não dos vencidos.


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Leia com atenção o texto abaixo.

Considerando-se o pensamento de Walter Benjamin sobre a reprodutibilidade da obra de arte, a lacuna acima só pode ser preenchida por:
sua aura.
sua alma.
seu espírito.
sua origem.
sua ideia.

Com relação a esse assunto, assinale a alternativa correta.
Um escritor não ensina nada a outros escritores, nem a ninguém.
A produção escrita deve ter o caráter de modelar, apresentando algo cada vez mais melhorado aos outros produtores.
Ao escritor, não é necessário repensar sua própria posição no processo de produção: o que mais importa é sua capacidade no uso da criatividade.
A melhor tendência afirma-se independentemente de se mostrar uma atitude a ser seguida.


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"A luta de classes, que um historiador educado por Marx jamais perde de vista, é uma luta pelas coisas brutas e materiais, sem as quais não existem as refinadas e espirituais." Essa passagem é retirada da tese 4 de Sobre o Conceito da História, de Walter Benjamin. O tipo de historiador referido por Benjamin é
um historiógrafo.
um idealista transcendental.
um historiador pluralista.
um racionalista.
um materialista histórico.
"Na época das técnicas de reprodução, o que é atingido na obra de arte é a sua aura", escreve Benjamin, em A Obra de Arte na Era da Reprodutibilidade Técnica. Isso se dá, segundo o texto, porque a técnica de reprodução, entre outras coisas,
deixa de captar todos os detalhes do objeto reproduzido.
não respeita o material original da obra.
promove um abalo da tradição, ao multiplicar as cópias do objeto ou evento.
desvia-se das intenções do autor da obra.
não universaliza suficientemente o objeto reproduzido.