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O conceito de Capital Humano, pensado pelo grupo de estudos de Theodoro Shultz, deu origem à teoria do capital humano, que teve diversos desdobramentos na esfera educativa.
A compreensão da educação como capital humano denota uma
crítica do capitalismo, capaz de promover o princípio da omnilateralidade defendido por Karl Marx e pelos marxistas.
promoção da educação bancária, capaz de promover o acúmulo de conhecimentos formais para os empreendedores.
orientação voltada ao capital cultural, capaz de elevar o grau ético, político e estético das classes subalternas.
defesa do aumento de investimentos na educação, capaz de potencializar a capacidade do trabalho e da produção.
Os pensadores da Escola de Frankfurt, sobretudo Horkheimer, Adorno, Marcuse e Habermas, demonstraram que existe diferentes tipos de razão e que cada uma delas realiza um objetivo específico.
Observe a charge do cartunista gaúcho Rafael Côrrea:

Disponível em <https://www.mobiletime.com.br/cartuns/> Acesso em 30 de set. 2024.
Tomando a filosofia de Hebert Marcuse como fundamento, afirma-se que a charge se contrapõe à racionalidade
comunicativa.
crítica.
prática.
tecnológica.
Segundo Marcuse, a estética é uma experiência fundamental para o processo de libertar a consciência e o comportamento dos indivíduos. A arte torna-se uma “fantasia”, na qual o “aparente” desvela a verdade das coisas. Para Marcuse, a arte se manifesta diante das contradições internas e externas, buscando a contraposição com a representação da forma estética. Na expressão do próprio Marcuse:
“A separação da arte do processo da produção material deu-lhe a possibilidade de desmistificar a realidade reproduzida neste processo. A arte desafia o monopólio da realidade estabelecida em determinar o que é ‘real’ e fá-lo criando um mundo fictício que, no entanto, é ‘mais real que a própria realidade’.”
(Fonte: MARCUSE, H. A dimensão estética. Trad. Maria Elisabete Costa. Lisboa: Edições 70, 1999; p. 33).
Refletindo sobre o texto acima e a Teoria Estética de Marcuse em geral, assinale a alternativa correta.
Atribuir qualidades não conformistas, autônomas da arte à forma estética é compreendê-las como “arte engajada”, cujo fim, é preparar as consciências para a Revolução Proletária
A arte tem a sua própria linguagem e ilumina a realidade por meio desta outra linguagem
A arte tem sua própria dimensão de afirmação e negação, uma dimensão que é coordenada com o processo social de produção
Não é possível transferir a ação de Hamlet ou de Ifigênia do mundo palaciano das classes superiores para o mundo da produção material; também não se pode mudar o enquadramento histórico e modernizar a intriga de Antígona. A arte é produto de suas forças históricas
Não existem verdades trans-históricas, universais na arte. Ela é a consciência de uma classe particular, e não a dos seres humanos enquanto “seres genéricos”, desenvolvendo todas as suas faculdades de valorização da vida
Marcuse defendia que a forma da obra de arte inculca no conteúdo as qualidades de fruição de prazer e que a arte é, talvez, o mais visível retorno do reprimido, não apenas no indivíduo, mas também no nível histórico-genérico.
Certo
Errado
Herbert Marcuse, no texto Estado e indivíduo sob o nacional-socialismo, analisa o modo como a dominação social do nazismo tratou os tabus amplamente aceitos pela sociedade (tabus baseados na monogamia, santidade da família, proibição da nudez e afins).
Segundo essa análise, qual foi a posição nazista diante desses tabus?
Conservou os tabus amplamente aceitos pela sociedade.
Aboliu os tabus amplamente aceitos pela sociedade.
Radicalizou os tabus amplamente aceitos pela sociedade a ponto de punir quem defendesse a sua abolição.
Manteve-se indiferente aos tabus amplamente aceitos pela sociedade.


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A respeito da ciência e da tecnologia, em confronto com a filosofia, assinale a opção correta.
Theodor Adorno entende que o ser humano passou por três estados: o teológico, o metafísico e o positivo.
Desde Hegel, a forma de organização política ideal é aquela em que o poder cabe aos técnicos, aos dirigentes das indústrias e aos altos funcionários.
A filosofia moral nada tem a ver com a ciência nem com a tecnologia.
Criticando o homem possuidor de uma visão unidimensional, Marcuse entende que a tecnologia pode ser uma forma de controle e de dominação social.