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Abaixo temos uma representação esquemática de uma junção PN. Pelo processo de dopagem são inseridos na região da junção (região de depleção ou região de carga espacial) portadores do tipo N (elétrons) e portadores do tipo P (buracos). Essa distribuição de carga é, então responsável pelo surgimento de uma barreira de potencial eletrostático aos portadores que forem cruzar a junção. Através de um campo externo essa barreira pode ser reduzida permitindo o trânsito de portadores (polarização direta) e portanto o diodo permite a passagem de portadores em apenas uma direção.

Figura: Junção PN esquemática, a região de depleção é simétrica e se estende entre -L e L. Adaptado de Wikipedia Commons, https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Pn-junction-equilibrium-graphs.png
Considerando uma região de depleção na forma de um cubo, e que a densidade de carga em cada lado da junção é uniforme em módulo Q/L3 . Utilizando a Lei de Gauss dE/dx = Q/(ε L3) e a definição de tensão dV/dx = -E, a diferença total de tensão entre os extremos de cada lado da junção será:
Q/εL
2Q/εL2
Q2/
3Q2/
4Q3/