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L é um estudante do 1o ano do ensino médio com diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Durante as aulas de Física sobre Dinâmica (Leis de Newton), o professor observa que L demonstra profundo interesse e participa ativamente das discussões orais. Entretanto, em avaliações escritas tradicionais, compostas por enunciados longos e cálculos extensos de plano inclinado, L apresenta baixo rendimento: ele se dispersa na leitura, esquece conversões de unidades e não conclui as tarefas no tempo previsto.


Considerando-se o princípio da equidade na educação inclusiva, uma estratégia avaliativa que representa uma solução alinhada às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) e com os fundamentos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o caso de L consiste em


A

adotar uma avaliação formativa e processual baseada em estações de desafio e multilinguagens, permitindo que o estudante comunique o conhecimento físico por meio de vídeos explicativos, montagens experimentais e simulações computacionais.


B

realizar a adaptação curricular mediante a redução de conteúdo, suprimindo temas complexos como forças de atrito e decomposição de forças em planos inclinados, para garantir que o aluno atinja a nota mínima exigida.


C

aplicar a mesma avaliação escrita da turma em uma sala separada e silenciosa, substituindo questões dissertativas por itens de múltipla escolha simplificados para reduzir a carga cognitiva de interpretação e escrita.


D

complementar a nota de L com bonificações baseadas em critérios atitudinais, como esforço, participação e bom comportamento, a fim de compensar as dificuldades técnicas apresentadas nas avaliações de competências.


E

priorizar o treinamento para o desenvolvimento de técnicas mnemônicas e memorização de fórmulas específicas (“macetes”), assegurando que o estudante consiga reproduzir os cálculos mecânicos de forma automatizada durante os exames.