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Em testes de materiais isolantes utilizados em capacitores de alta tensão, uma pequena esfera maciça de material dielétrico (com constante dielétrica irrelevante para a distribuição de carga) é carregada com carga elétrica total Q, distribuída uniformemente em seu volume. A esfera possui raio R e encontra-se isolada no vácuo.
Para analisar o armazenamento de energia e o estresse elétrico no material, deseja-se caracterizar, no equilíbrio eletrostático, o potencial elétrico no interior, no exterior e na superfície da esfera, adotando-se o potencial nulo no infinito. Com base na Eletrostática clássica, é correto afirmar que fora da esfera, o potencial elétrico varia inversamente com a/o
distância ao centro. No interior, o potencial é máximo no centro e decresce quadraticamente com a distância até a superfície, onde coincide com o valor do potencial externo.
quadrado da distância ao centro. No interior, o potencial é constante e igual ao valor da superfície, assumindo na superfície o mesmo valor obtido para a região externa.
distância ao centro. No interior, o potencial cresce quadraticamente com a distância ao centro, assumindo na superfície o mesmo valor obtido para a região externa.
distância ao centro. No interior, o potencial é constante e igual ao valor da superfície, assumindo na superfície o mesmo valor obtido para a região externa.
distância ao centro. No interior, o potencial varia linearmente com a distância ao centro, assumindo, na superfície, o mesmo valor obtido para a região externa.