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A Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS) é uma região onde a intensidade do campo m...

A Anomalia Magnética do Atlântico Sul (AMAS) é uma região onde a intensidade do campo magnético terrestre é significativamente mais fraca do que no restante do globo. Fenômeno causado pelo desalinhamento entre o eixo do dipolo magnético e o centro geográfico da Terra, a AMAS faz com que a componente horizontal do campo (BT) em partes do Brasil atinja valores baixos, em torno de 18,0 µT.

Em um laboratório localizado no epicentro dessa anomalia, um pesquisador deseja calibrar um sensor utilizando uma bússola de tangente. O aparato possui uma bobina circular com raio R = 5,0 cm N = 50 espiras. Durante o experimento, o pesquisador ajusta a corrente para I = 30,0 mA e observa a deflexão da agulha.


Considerando µ0 = 4π10-7 Tm/A e adotando a aproximação π = 3, assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente o ângulo de deflexão θ observado e a interpretação correta sobre a precisão do experimento nessa região.


A

θ = 45°; a baixa intensidade de BT na AMAS diminui a sensibilidade da bússola, exigindo correntes maiores para qualquer deflexão.


B

θ = 45°; a AMAS facilita a medição de campos fracos, pois a componente horizontal terrestre oferece menos “resistência” ao torque da bobina.


C

θ = 30°; em regiões de campo terrestre fraco, a bússola torna-se mais sensível a campos externos e ruídos magnéticos locais.


D

θ = 60°; a componente vertical do campo na AMAS anula a componente horizontal, tornando a leitura da tangente independente da corrente.


E

θ = 45°; o erro experimental é minimizado na AMAS porque o vetor campo da bobina e o vetor campo da Terra são iguais.