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Considere duas esferas, A e B, com as mesmas dimensões e massas iguais. A esfera A se aproxima velozmente da esfera B, inicialmente em repouso, com a qual irá colidir direta e frontalmente, como ilustra a figura.

Considere desprezíveis os atritos entre as esferas e a superfície plana e horizontal sobre a qual estão apoiadas.
A razão entre o valor máximo e o valor mínimo da energia cinética que a esfera B pode adquirir após a colisão é
5/4
4/3
3/2
2
4
Num cruzamento entre duas avenidas perpendiculares entre si ocorre uma colisão de um veículo A, de massa 2 . 103 kg que se dirigia para o Leste a 20 m/s, com outro veículo B, de massa 1 . 103 kg que se dirigia para o Norte a 30 m/s. Imediatamente após a colisão, os veículos passam a se mover juntos e, neste caso, a velocidade, em m/s, tem valor aproximado de
3,0
8,0
13
17
23
Sabe-se que dois navios estão prestes a colidir. No instante t=0s, o navio A está na origem do sistema de coordenadas cartesianas (xA=0, yA=0), em movimento retilíneo uniforme, com velocidade de módulo vA=50m/s, e o navio B está na posição (xB=400m, yB=1000m), também em movimento retilíneo uniforme, com velocidade vB. Após Δt segundos, há a colisão no ponto (xC-800m, yC=600m). Qual é o módulo da velocidade vB, em m/s?
20,0
28,3
36,3
40,0
56,6

Uma bola de borracha de massa 200 g é largada de uma altura de 1,60 m do chão. Bate na superfície e sobe verticalmente. Quando ela se encontra a uma altura de 0,8 m do chão, sua velocidade é medida, e o valor obtido é de 3 m/s. A resistência do ar é desprezível, e a aceleração da gravidade vale 10 m/s2.
Nesse contexto, a energia mecânica da bola
não varia, valendo sempre 3,2 J, pois a colisão com o chão é elástica.
vale 2,5 J no instante do lançamento e diminui após a colisão com o chão.
diminui de 0,7 J com a colisão, pois esta não é elástica.
diminui na colisão para a metade do valor inicial, pois a altura em que a bola está corresponde à metade da altura do lançamento.
aumenta de 0,7 J com a colisão, pois, na colisão com o chão, a bola recebe energia deste.

Um automóvel com massa 1330 kg e velocidade 10 m/s atinge um pedestre de 70 kg que estava parado. Supondo a colisão elástica, o valor aproximado da velocidade do pedestre em m/s, após a colisão, é:
2,5
4,5
6,5
9,5
10,5
Um automóvel de massa 1.000 kg, inicialmente a 15 m/s, colide contra uma parede e para, conforme mostram as Figuras abaixo.

Sabendo-se que a colisão durou 0,20 s, qual é, aproximadamente, em N, o módulo da força média da parede sobre o carro durante a colisão?
1.330
3.000
6.660
15.000
75.000
O motorista de um automóvel vindo por uma rua de mão única a uma velocidade de 60 Km/h é surpreendido por uma moto que entra nessa rua na contramão a uma velocidade de 80 Km/h. Sendo a distância entre ambos de 30 metros, o tempo aproximado até a colisão se os freios não forem acionados será
menos de 1 segundo.
mais de 1 até 2 segundos.
mais de 2 até 5 segundos.
mais de 5 segundos.
Um condutor, ao desrespeitar a sinalização, cruza seu veículo de 5000 kg por uma linha férrea e é atingido por um vagão ferroviário de 20 t que trafegava a 36 km/h. Após o choque, o vagão arrasta o veículo sobre os trilhos. Desprezando-se a influência do atrito e a natureza do choque como sendo perfeitamente anelástico, qual a velocidade em que o veículo foi arrastado?
9 m/s.
8 m/s.
10 m/s.
12 m/s.
nula.
Um perito foi chamado para analisar um acidente de trânsito e determinar a velocidade de um carro no instante em que ele colidiu com outro que estava em repouso à sua frente. O perito recebeu as seguintes informações:
I. no instante em que o carro começou a frear com todas as rodas travadas ele tinha uma velocidade de 20m/s;
II. a marca deixada no asfalto por cada um dos pneus desde o início da freada até o instante do impacto era retilínea e tinha 6,5 m de extensão; e
III. o coeficiente de atrito entre os pneus e o asfalto era μ = 0,3.
Com base nesses dados, o perito concluiu corretamente, considerando g = 10m/s2, que a velocidade do carro no instante do impacto foi: