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O centro de massa de um corpo está sempre localizado em um ponto em que há a presença de massa.
Certo
Errado
Um corpo de massa 𝑚 se desloca em uma trajetória retilínea com velocidade 𝑣 e colide perpendicularmente com uma superfície deformável, cujo coeficiente de restituição seja igual a 𝑒. A interação entre o corpo e a superfície dura ∆𝑡, e o corpo passa a se deslocar na mesma direção inicial, mas em sentido contrário. Considerando essa situação, analise as assertivas a seguir:
I. A velocidade do corpo após a colisão é menor do que – 𝑣
II. O módulo da força média aplicada ao corpo é menor do que Δt2mv
III. A energia cinética do corpo após a colisão é igual a 2mev2
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas II.
Apenas III.
Apenas I e II.
I, II e III.
Uma pequena esfera (1) é lançada do solo, obliquamente, com uma velocidade vo e ângulo de tiro θ, passando a mover-se com atrito desprezível.
Ao chegar no ponto mais alto de sua trajetória, a uma altura H do solo, ela colide frontal e diretamente com outra pequena esfera (2), de mesmas dimensões e mesma massa, que está em repouso, suspensa por um fio ideal de comprimento H a um suporte, como ilustra a figura.

Se a colisão for parcialmente elástica, a esfera (2) conseguirá, no máximo, a contar de sua posição inicial, uma altura igual a
H.cotg2θ.
H.cos2θ.
H.sen2θ.
H.tg2θ.
H.
Observe o exemplo abaixo: Um carro de 1.000kg com velocidade de 10m/s colide com outro veículo, considerando que esse veículo com o qual ele colidiu tenha massa de 1.500 kg e estava parado antes da colisão. Após a colisão, eles saíram engatados (juntos) com uma velocidade de 6,7m/s. O que é possível por meio da física concluir diante do exemplo acima?
Marque a alternativa CORRETA.
Pode-se usar a conservação da quantidade de movimento para determinar a relação entre a velocidade dos corpos após a colisão.
Pode-se usar o teorema do impulso, onde o impulso da resultante das forças que age sobre um corpo em certo intervalo de tempo é diferente da variação da quantidade de movimento do corpo nesse mesmo intervalo de tempo.
Pode-se usar o princípio do empuxo, em que dois corpos em movimento que colidem com velocidades diferentes, em uma colisão passam a apresentar uma única velocidade.
Pode usar o princípio da independência das forças, uma vez que cada uma delas está com a sua trajetória definida, após a colisão (ao se intersectarem), ambas continuam na mesma trajetória.
Dois corpos de massas m1 e m2 realizam uma colisão elástica unidimensional:

O corpo de massa m1 se aproxima do corpo de massa m2 com velocidade v1 constante em relação ao sistema de coordenadas. A massa m2 está inicialmente parada. Indique a velocidade da partícula m2 após a colisão entre as massas:
m1+m2m1−m2v1.
m1+m22m1v1.
m1+m2m1v1.
m1m1+m2v1.
m2m1+m2v1.
Num laboratório de ensino de Física, é estudada a colisão frontal entre dois carrinhos que se deslocam sobre um trilho de ar sem atrito. O carrinho B tem massa quatro vezes maior que a do carrinho A. Antes da colisão, o carrinho B encontra-se em repouso enquanto o carrinho A move-se com velocidade igual a v0. Se, após a colisão, os carrinhos permanecerem grudados, a velocidade do carrinho B será igual a:
4v0
5v0
5 . v0
v0
3 . v0
Supondo-se que a velocidade horizontal inicial de Estela tenha sido de 7,0 m/s e que a colisão tenha durado 0,01 s, então a força horizontal transmitida pelo carro a Estela, na colisão, foi de 42.000 N.
Certo
Errado
Se Estela foi lançada por um ângulo igual a 45º, então sua velocidade horizontal inicial foi superior a 9 m/s.
Certo
Errado
Considere que um motorista com 100 kg de massa, usando cinto de segurança, tenha colidido contra um poste, a 90 km/h. Considere, ainda, que um perito da polícia civil tenha determinado que o carro e o motorista movimentaram-se cerca de 1 m após a colisão e que a aceleração era constante durante a colisão. Nessa situação hipotética, a força que o cinto de segurança exerceu sobre o motorista foi de −725.000 N.
Certo
Errado
Na colisão inelástica, parte da energia envolvida é transformada em energia mecânica, que o sistema pode usar novamente em seu movimento.
Certo
Errado
Uma bola de dimensões desprezíveis de massa “m” e com uma velocidade de módulo igual a “v” colide com o chão. Após a colisão sai com uma velocidade de módulo igual a “v”, conforme a figura a seguir.

Assinale a alternativa que indica corretamente o módulo da variação da quantidade de movimento dessa bola.
0
v
2mvcosθ
2mvsenθ
Uma esfera de raio R possui uma cavidade esférica interna de raio R/2 conforme mostra a figura. A cavidade tangencia internamente a esfera no seu ápice A, que está a uma altura H = 15R do ponto S, localizado no solo verticalmente abaixo. Os dois centros de curvatura e o ponto A se encontram na linha dá vertical que passa por S. A esfera é então abandonada de seu repouso em queda livre, atinge o solo em S e inverte seu movimento.

Considerando que a distribuição de massa é homogênea na região sólida do objeto e que o coeficiente de restituição da colisão é 0,80, a altura máxima alcançada pelo centro de massa da esfera após a colisão é aproximadamente igual a:
7,7R.
8,5 R.
9,3R.
10,1 R.
10,9 R.
Um veículo de 1.000 kg sofre uma colisão e fica complemente destruído. De acordo com dados do fabricante, para que a estrutura do veículo atinja um nível de deformação semelhante são necessários cerca de 1.000 kJ.
Em uma estimativa preliminar, a velocidade do veículo, em m/s, no instante da colisão, era de
102
202
502
105
205
Em uma aula de laboratório, o professor demonstrava uma oscilação em movimento harmônico simples. Para tal ele montou um sistema no qual uma mola foi ligada à parede e fixada em um bloco de massa mA = 2,00 kg apoiado em uma superfície sem atrito. O professor puxou o sistema até a amplitude de 1,00 cm e disparou o cronômetro de forma que a constante de fase é de 90o.

Após iniciado o movimento, um estudante jogou uma bolinha de modelar em direção ao bloco de massa mA, que oscilava com uma frequência de 50,0 Hz. A massa de modelar fixou-se no bloco A no instante 5,00 ms.
Considerando-se que a duração da colisão foi muito menor que o período de oscilação do bloco A, qual é a velocidade do bloco A no instante em que ocorreu a colisão? (Considere: π=3,14)
0,00
3,14
6,28
9,42
12,6
Para se obter a velocidade de projéteis em um laboratório, pode-se utilizar um pêndulo balístico. Em um desses experimentos, um dardo de 0,4 kg é arremessado horizontalmente com uma certa velocidade inicial e atinge um bloco cuja massa é de 0,8 kg. Ao colidir com o bloco, o dardo fica grudado a ele e o conjunto eleva-se até uma altura de 60 cm em relação à posição inicial do bloco, que se encontrava inicialmente em repouso e na vertical. Considerando a aceleração da gravidade no local igual a 10 m/s2, assinale a alternativa correta para a velocidade do dardo no momento em que ele atinge o bloco.
43,2 km/h.
21,6 km/h.
16,4 km/h.
8,2 km/h.
6,0 km/h.
Em um experimento sobre colisões são considerados dois carrinhos de massas iguais sendo que um está inicialmente parado e outro, em movimento. Considere que o atrito é desprezível e que os carrinhos colidem elasticamente sem perdas de energia.
O que acontece com os carrinhos após a colisão?
Eles saem grudados com a metade da velocidade do carrinho que estava anteriormente em movimento.
Eles saem grudados com a mesma velocidade do carrinho que estava anteriormente em movimento.
O carrinho que estava em movimento bate e volta com a mesma velocidade que tinha antes, e o outro segue com a mesma velocidade.
O carrinho que estava em movimento para e o outro segue com a metade da velocidade que o outro tinha antes da colisão.
O carrinho que estava em movimento para e o outro segue com a mesma velocidade que o outro tinha antes da colisão.
Um projétil de massa 𝒎 atinge horizontalmente, com velocidade de módulo igual a 𝒗, um bloco de madeira de massa 𝑴, que se encontra em repouso sobre um plano horizontal sem atrito, e nele se aloja. Considere o sistema, formado pelo projétil e o bloco, isolado. Assinale a alternativa que fornece o módulo da velocidade, 𝑽, com que o bloco e o projétil alojado em seu interior passam a se movimentar juntos, após a colisão.
V= Mmv
V= mMv
V=M+mmv
V= MM+mv
V=M−mM+mv
No interior de um recipiente em que foi produzido alto vácuo, um corpo, de massa M, colide frontalmente com outro de massa 2M que estava inicialmente em repouso. A velocidade inicial do primeiro era V. Admite-se que, nas condições descritas, as colisões que não envolvem interações outras que não sejam mecânicas, são consideradas perfeitamente elásticas. Assim, as velocidades de M e 2M após a colisão descrita devem ser, respectivamente,
V/2, no sentido oposto ao inicial, e 2V3 no mesmo sentido do inicial.
V, no sentido oposto ao inicial, e V/2 no mesmo sentido do inicial.
V/3 e 2V/3 ambas no mesmo sentido do inicial.
V/2, no sentido oposto ao inicial, e V/2 no mesmo sentido do inicial.
V/3, no sentido oposto ao inicial, e 2V/3 no mesmo sentido do inicial.
Um sistema formado por duas massas idênticas, unidas por uma barra rígida de massa desprezível e comprimento b, repousa sobre um plano horizontal sem atrito. Uma partícula de massa m desloca-se sem influências de atritos e velocidade V0 sobre o plano horizontal, perpendicularmente ao sistema de duas massas, e colide frontalmente com a massa m inferior , ficando colada a ela (fig).

Após a colisão, a velocidade angular do sistema em torno do centro de massa é:
bv0
2bv0
3bv0
4bv0
5bv0