Uma paciente de 32 anos de idade,
bancária, sedentária,
apresenta histórico de um ano de
parestesia nas mãos e dor
em região palmar de punhos, que vem
piorando
progressivamente. Nega episódio
traumático. Os sintomas
são piores à noite, ao dirigir por tempo
prolongado, e está
incapacitada para atividades laborais.
Relata que sente a mão
“adormecer” e que os sintomas aliviam com
a mudança de
posição ou sacudindo a mão. Ao exame
clínico, a avaliação
da coluna cervical é normal, a amplitude
de movimento
cervical e de punhos está preservada,
teste de força muscular
manual para flexores de punhos e mãos
apresenta pequeno
déficit (força grau 4), reflexia bicipital
e tricipital normais,
sensação de “choque” e perda de
sensibilidade na
extremidade do polegar e dedos (até a
região lateral do o 4
dedo) nos testes de Tinel, Phalen e Phalen
invertido. Passou
em consulta médica com ortopedista, que
diagnosticou
tendinopatia de flexores de punho e
síndrome do túnel do
carpo e indicou o uso de esteroides orais
e fisioterapia.
Em relação a esse caso clínico e aos
conhecimentos
correlatos, julgue os itens a seguir.