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Na década de 1960, Killip e Kimball propuseram uma classificação de gravidade de insuficiência cardíaca em pacientes com infarto agudo do miocárdio (IAM), que é utilizada até os dias de hoje. Essa classificação tem como objetivo avaliar o risco de mortalidade hospitalar e o potencial benefício do tratamento especializado em unidades coronárias. O paciente desse caso clínico encontra-se em Killip 2, isso significa que ele apresenta como características: edema agudo de pulmão com estertores crepitantes pulmonares, terceira bulha e pressão venosa jugular elevada.