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Pacientes hepáticos crônicos desenvolvem um quadro de desnutrição devido à diminuição na ingestão dos alimentos, déficit na absorção e no transporte de nutrientes e ao aumento do gasto energético em repouso. A possível explicação para a persistência da fadiga muscular nesses indivíduos pode estar relacionada à perda de massa muscular, mas também à diminuição da capacidade oxidativa mitocondrial, a qual, irá proporcionar um quadro persistente de descondicionamento físico e caquexia. Os indivíduos diagnosticados com cirrose hepática apresentam maior sensação de fadiga quando expostos ao Teste de Caminhada de 6 minutos (TC 6min) devido a(o):
o índice de Adenosina Trifosfato (ATP), Fosfocreatina (PCr) e Magnésio total (Mg2+) estará aumentado no músculo esquelético de pacientes cirróticos.
utilização das rotas metabólicas aeróbias para a formação do substrato energético, havendo o predomínio do metabolismo aeróbico, formando assim o lactato.
acúmulo do ácido láctico levando ao aumento das reservas de glicogênio das fibras musculares, ocasionando a fadiga muscular, fator limitante das atividades de vida diária desses pacientes.
adaptação que as fibras musculares do tipo I (contrações lentas/oxidativas) podem sofrer, transformando-se em fibras de contrações rápidas (tipo IIA/glicolíticas) em decorrência da inatividade física.