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Durante a avaliação diferencial das lesões do tecido mole, os movimentos propiciam valiosas informações através do isolamento da origem dos sintomas do paciente e da avaliação do estado funcional dos tecidos e da estrutura. Cyriax, em 1983, classificou os tecidos como inertes ou contráteis, explicando como esses tecidos reagiam aos três tipos de movimento.
O movimento resistido permite ao clínico avaliar a força e isolar o tecido contrátil como origem da dor.
O movimento passivo testa as estruturas inertes, e o padrão da dor que acompanha o surgimento da resistência deve ser observado.
O movimento isocinético, realizado com uma velocidade variável e resistência constante, avalia a propriocepção tanto do tecido inerte quanto do contrátil.
O movimento ativo envolve carga simultânea aos tecidos inerte e contrátil; e, assim, um tipo específico de tecido não pode ser incriminado como o local da lesão.