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Com o processo de envelhecimento, a pessoa com deficiência (PcD) pode ter alterações precoces nos sistemas de controle postural, entre eles sistema visual, vestibular, cerebelo e muscular, entre outras estruturas, sistemas e funções corporais. Sobre o assunto, é correto afirmar:
Os movimentos da cabeça da PcD estimulam o sistema visual e vestibular para ajustes corporais e equilíbrio. Com o envelhecimento, há a necessidade de aumentar os neurônios vestibulares responsáveis pelo equilíbrio corporal para manter os ajustes posturais, apesar de outras estruturas diminuírem com a idade.
Os riscos ambientais e de equilíbrio levam o idoso com deficiência físico-motora a quedas eventuais, devido ao uso de medicamentos e progressiva inatividade. Quedas sucessivas podem reduzir as atividades funcionais da pessoa com deficiência e levam a problemas cognitivos, passando esse usuário a ter dificuldades nos seus autocuidados cotidianos.
Os fatores de risco para o idoso com deficiência físico-motora devem ser classificados em modificáveis e não modificáveis, para que o fisioterapeuta possa fazer uma prescrição clínica de exercício adequada quanto à intensidade e número de repetições.
A intervenção fisioterapêutica em pessoa idosa com deficiência físico-motora deve envolver principalmente exercícios anaeróbicos, de equilíbrio e de coordenação motora, associados à respiração, incentivando a monotarefa.
A fisioterapia, no caso do idoso com deficiência físico-motora, deve avaliar o ambiente no qual vive essa pessoa e fazer a prescrição de treino de força muscular e movimentos funcionais, inclusive corrigir a postura da coluna vertebral e reduzir a dor por aumento de propriocepção nos joelhos.