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A qualidade de vida após a lesão medular está fortemente associada à qualidade e quantidade da abordagem fisioterapêutica que deve ser instituída desde a fase aguda, inclusive na terapia intensiva.
Assinale a alternativa correta a respeito da reabilitação após a lesão medular.
As causas mais comuns de lesão medular são os tumores extramedulares, fraturas patológicas (metástases vertebrais, tuberculose, osteomielite e osteoporose), estenose de canal medular, deformidades graves da coluna, hérnia discal, isquemia (em especial associada a aneurismas de aorta), infecciosas (por exemplo, mielite transversa, paraparesia espástica tropical) e autoimunes (por exemplo, esclerose múltipla).
O nível motor é o último nível em que a força é pelo menos grau 2 e o nível acima tem força muscular normal (grau 3).
Na propedêutica, conceituamos paresia como a ausência de movimento voluntário e plegia como ausência de sensibilidade.
As lesões da cauda equina evoluem frequentemente com forte espasticidade nos membros inferiores.
Em casos traumáticos, durante a fase de choque medular, pode haver ausência de reflexos e movimentos voluntários, mesmo quando a lesão é incompleta.