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A Capsulite Adesiva do Ombro (CAO) é caracterizada por um quadro de dor intensa que pode ocasionar limitação funcional. Consiste em uma condição de dor e limitação de mobilidade da articulação glenoumeral, com uma rigidez dolorosa em razão da presença de aderências fibrosas na bolsa serosa subacromial. Considerando que se trata de uma condição de saúde prevalente da população mundial, justifica-se o conhecimento dos aspectos relacionados ao seu tratamento.
Sobre o tratamento conservador da CAO, é incorreto afirmar que
considerando que o período de instalação e evolução da CAO, de m aneira geral, é longo, a fisioterapia deve ser inserida no plano de tratamento somente após os primeiros 30 dias.
a fisioterapia é fundamental no processo de reabilitação do indivíduo com CAO e precisa ser inserida no plano de tratamento. Contudo, um modelo que envolva participação domiciliar deve ser recomendado.
a mobilização articular representa um importante recurso no tratamento para a limitação de Amplitude de Movimento (ADM), presente na CAO, devendo ser inserida também na cintura escapular quando necessário.
além da fisioterapia, um modelo de tratamento fundamentado em medidas analgésicas e anti- inflamatórias, bloqueio do nervo supraescapular e manipulação articular sob efeito de anestesia pode ser indicado, sendo essa última contra indicada em pacientes com osteoporose grave.