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Um fisioterapeuta da equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF) faz visita domiciliar ao paciente Pedro, de 59 anos, acometido de AVE isquêmico há 1 ano, com quadro de hemiplegia à direita, com comprometimento na fala, sem condições de locomoção, com frequentes episódios de tosse produtiva e episódios de choro frequentes. Verificou-se que o paciente se encontra, apesar de limpo e posicionado confortavelmente, com vermelhidão e dores na região sacral e tomando antibiótico. A cuidadora de Pedro é sua esposa de 54 anos, que relatou ao fisioterapeuta que parou de trabalhar há 1 ano, porque precisou se dedicar intensivamente aos cuidados com o marido. O casal tem um filho de 30 anos, que mora em outra cidade. Atualmente, o casal vive apenas da renda do benefício de Pedro, e a cuidadora relatou, ainda, que a maior parte de seu dia a dia está voltado para a assistência ao marido. Ela vem sentindo dores constantes na região lombar há 6 meses, além de relatar falta de momentos de lazer.
Assinale a alternativa INCORRETA:
Alguns dos objetivos da fisioterapia para o acamado é melhorar a função respiratória e motora, além de promover evolução de sua independência funcional para Atividades da Vida Diária (AVD).
Devem ser incorporadas ao tratamento orientações de cuidados para prevenção de lesões por pressão, como mudanças periódicas de posicionamento no leito.
A cuidadora não deve ser atendida pelo fisioterapeuta, pois o foco está no paciente acamado com AVE – caso índice.
Deve-se buscar para esta família consultas compartilhadas com outros profissionais do NASF, como fonoaudiólogo, assistente social e psicólogo.
Pedro precisa ser encaminhado para atendimento intensivo em centro de reabilitação, em paralelo ao acompanhamento da equipe do NASF.