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A fraqueza muscular adquirida na unidade de terapia intensiva (FAUTI) é uma complicação comum nos pacientes críticos, que culmina com redução da capacidade física e funcional destes pacientes. A respeito do tema, é CORRETO afirmar:
As musculaturas periférica e respiratória são acometidas de forma difusa e assimétrica, com hiporreflexia ou arreflexia.
O Medical Research Council (MRC) permite avaliar a força da musculatura periférica em pacientes conscientes e cooperativos. Valores inferiores a 48 pontos em duas avaliações diárias consecutivas sugerem a polineuropatia do doente crítico.
A disfunção muscular respiratória deve ser avaliada através da mensuração das pressões geradas pelos músculos inspiratórios e expiratórios, além da mensuração do máximo volume de ar mobilizado pelo sistema respiratório de forma voluntária e involuntária em pacientes não cooperativos, através da manobra de capacidade vital.
A Escala de Estado Funcional (Functional Status Score - FSS) e a Escala de Mobilidade de Perm podem ser utilizadas para avaliar a mobilidade do paciente na unidade de terapia intensiva, sendo as únicas que levam em consideração a presença de barreiras (tubo endotraqueal, cateter central, sonda nasogástrica, drenos, etc.) à mobilização.