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A prática fisioterapêutica de reabilitação deve se basear na Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF). Essa classificação vem se tornando um modelo e uma linguagem universal para descrever os aspectos relacionados à funcionalidade e à incapacidade dos pacientes. Quanto ao uso da CIF ou do seu modelo teórico na prática clínica do fisioterapeuta,
ao avaliar o paciente utilizando essa classificação, deve-se lançar um olhar mais amplo e holístico para a condição de saúde do paciente em processo de reabilitação.
os objetivos de curto prazo devem ser estabelecidos, visto que a classificação não é sensível a possíveis alterações a longo prazo, no quadro funcional e no ambiente do paciente.
ao avaliar o paciente, é mais importante analisar as alterações relacionadas à funcionalidade, a qual é totalmente contemplada pelos domínios de função e estrutura do corpo.
a escolha das intervenções deve considerar a melhora da funcionalidade, incluindo a tecnologia assistiva, os princípios de autogestão e educação e a redução do impacto da deficiência.