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De acordo com o caso clínico abaixo, responda às questões de números 1 a 3.
Homem de 45 anos realizou cirurgia de tenorrafia do tendão flexor superficial do segundo dedo da mão direita. No 13º dia de pós-operatório, ele foi orientado a retirar a imobilização somente durante o atendimento fisioterapêutico. Ao exame, apresentou dor apenas durante o movimento ativo e passivo do dedo.
Após seis semanas da cirurgia, durante exame, a imobilização foi retirada e constatou-se que o paciente evoluiu com uma restrição de flexão da articulação interfalangeana proximal (IFP) do segundo dedo. O fisioterapeuta identificou que a restrição era causada por rigidez da musculatura intrínseca da mão, principalmente dos músculos lumbricais. Para chegar a essa conclusão, o fisioterapeuta testou a flexão passiva da IFP, colocando o dedo sequencialmente nas posições:
extensão total de dedos e de punho, observando tensão em flexão dos dedos, seguida de flexão total dos dedos e do punho, observando extensão dos dedos
extensão leve da metacarpofalangeana (MCF), observando bloqueio para flexão da IFP, seguida de ligeira flexão da MCF, observando flexão livre da IFP
neutra da IFP, observando bloqueio para flexão da interfalangeana distal (IFD), seguida de leve flexão da IFP, observando flexão livre da IFD
flexão total da MCF observando bloqueio para flexão de IFD, seguida de extensão completa de MCF, observando flexão livre da IFD