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Paciente de 45 anos de idade, diabético e hipertenso, foi atropelado há três meses enquanto tentava atravessar uma avenida. Como consequência, sofreu fraturas no fêmur e na tíbia à direita, com extensa exposição de partes moles. Após a cirurgia de fixação, evoluiu satisfatoriamente, porém um quadro infeccioso comprometeu a consolidação das fraturas e levou à opção pela amputação ao nível do terço proximal da coxa. Acerca desse quadro clínico hipotético, assinale a alternativa correta.
Deve-se aguardar a conclusão da amputação para conscientizar o paciente acerca dos recursos protéticos e das suas perspectivas funcionais.
A protetização imediata não influencia no formato do coto, portanto deve-se ter como referência a vontade do paciente, afinal a amputação é uma situação extremamente traumática para ele.
Os principais objetivos da reabilitação pré-protetização são os exercícios de mobilidade, para o desempenho muscular, os treinos de transferências de peso, equilíbrio e coordenação. Deve-se visar à deambulação independente.
Após a amputação, o paciente deverá permanecer sem realizar exercícios de mobilidade até que ocorra a resolução do edema.
Para o caso desse paciente, quando estiver na fase pós-operatória e posicionado em decúbito dorsal, deverá manter o coto aduzido e rodado internamente.