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Ao tratar de paciente cardiopata grave na terapia intensiva, há situações onde o volume do oxigênio ofertado aos tecidos (DO2) é inadequado para a demanda metabólica, ou seja, é deficitário ou excessivo em relação ao volume de oxigênio consumido (VO2). Estes casos costumam ocorrer com maior frequência em choques séptico, anafilático ou em disfunções endócrinas graves, sendo denominado de choque distributivo. Sobre o atendimento fisioterápico em tais situações, é CORRETO afirmar que:
A tapotagem é a manobra mais indicada nestes casos, de preferência combinado à cinesioterapia ativa-resistida, objetivando o equilíbrio entre DO2/
São indicados exercícios passivos de extremidade combinado à uma ventilação mecânica assistida.
Qualquer manobra fisioterápica é contraindicada até que o estado catabólico demonstre-se estável.
Nenhuma das alternativas está incorreta.