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Um problema que traz preocupação aos profissionais da gerontologia e que pode ser evitado são as quedas. Sobre prevenção de quedas em pessoas idosas, é INCORRETO afirmar que
é recomendável que se promovam intervenções multidimensionais. A intervenção isolada tem pouco impacto sobre a diminuição no risco relativo de quedas. Não há comprovação de que exercícios, adequação de medicação ou adaptação ambiental isoladamente diminuam o risco de queda.
programas multidimensionais bem-sucedidos incluem avaliação e aconselhamento médico e ambiental, mudança na prescrição medicamentosa, exercícios individualizados, treino de transferências posturais e de marcha e encaminhamento a especialistas de acordo com a necessidade.
uma vez estabelecido um protocolo de intervenção, é imprescindível monitorar a ocorrência de eventos, sua frequência e a presença de consequências adversas ao menos mensalmente. A melhor forma é utilizar o sistema do tipo calendário.
se deve avaliar o equilíbrio e a marcha, usando teste válidos e confiáveis de acordo com a população estudada. Estabelecer medidas educacionais, visando à diminuição de comportamentos de risco e ensinar ao paciente como se levantar após uma queda.
quando o paciente for identificado como sendo de alto risco e possuir um declínio cognitivo, um sistema de vigilância contínua deve ser iniciado com a presença de alarmes sonoros ou de cuidadores em tempo integral. A restrição ou contenção física deve ser o primeiro passo a ser tomado.