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Os testes musculares manuais são níveis de medição ordinais, com confiabilidade interavaliadores e intra-avaliadores, principalmente quando a escala for expandida para incluir sinal de mais ou de menos, afim de indicar a metade ou o grau completo. As posições dos testes musculares manuais padrões, conforme descritos por Kendall, são muito utilizadas. Para ser válido, o teste de força deve evocar a contração máxima do músculo que está sendo testado. Cinco estratégias asseguram tal ocorrência, EXCETO:
Colocação da articulação, cujo músculo a ser testado atravessa, ou está próxima de sua posição com espaço articular.
Colocação em posição estirada do músculo a ser testado. Isso deixa o músculo em posição fisiológica ineficaz, cujo efeito é diminuir a atividade neuromotora.
Interrupção da contração; é importante interromper a contração muscular para assegurar-se de que o paciente esteja fazendo o máximo de esforço possível e que a potência muscular total está sendo testada.
Execução de contração muscular excêntrica, usando o comando “não deixe que eu mova você”. Visto que as pontes cruzadas são maiores durante as contrações excêntricas, a tensão muscular excêntrica máxima desenvolvida é maior com as contrações excêntricas do que com as concêntricas.
Manutenção da contração durante pelo menos cinco segundos. A fraqueza resultante da paralisia de um nervo apresenta níveis distintos de fatigabilidade. O músculo tem pouca resistência porque, em geral, consegue sustentar a contração muscular máxima durante apenas 2 a 3 segundos, antes da falha completa. Essa estratégia tem como base as teorias do recrutamento muscular, nos casos de músculos normais, durante a execução da contração máxima, e utiliza apenas uma parte de suas unidades motoras, mantendo o restante como reserva para ajudar a manter a contração.